Observação Microscópia da Epiderme do Caule da Tradescantia Objectivo




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Observação Microscópia da Epiderme do

Caule da Tradescantia


Objectivo : Observar, microscopicamente, a epiderme do caule da tradescantia, com o intuito de ver a estrutura dos estomas.
Fundamento teórico:
Existe, entre as células da epiderme das plantas verdes, uma estrutura de grande importância — os estomas. Estas estruturas têm, para as plantas, uma grande importância, pois é nestas que, para além de se darem as trocas gasosas, permite também a regulação da quantidade de água que a planta perde (transpiração).

Um estoma é basicamente constituído pelas células estomáticas, também denominadas de ostiolares, de guarda ou lábios do estoma. Entre elas existe um orifício — a abertura estomática, o ostíolo ou poro. A variação da abertura nas células estomáticas varia com as condições do meio. Existem ainda, associadas a estas células, um outro tipo que também pode intervir no mecanismo de abertura e fecho das células estomáticas — são as chamadas células companheiras.

Protocolo Experimental



Material e reagentes utilizados:
· Bisturi (também se pode utilizar uma agulha lancelada) ;

· Lâmina e lamela ;

· Microscópio Óptico Composto (M.O.C.) ;

· Porção do caule da tradescantia ;

· Solução de Ringer .
Procedimento :
1 – Com o auxílio de um bisturi, retirar uma pequena película da epiderme do caule da tradescantia ;

2 – Colocar essa película, numa lâmina e depois uma gota de solução de Ringer ;

3 – Cobrir a preparação com uma lamela ;

4 – Procurar, através do microscópio, estomas ;

5 – Fazer um desenho esquemático de um estoma, observando e tentando localizar os seus constituintes.

Registo de Observações :



3

1

4


2 5


Ampliação: 400x

1 – Células companheiras

2 – Núcleos

3 – Células estomáticas

4 – Ostíolo

5 – Cloroplastos

Discussão :
1 - Observou-se que, de uma maneira geral, os estomas estão isolados e que ao seu redor existem quatro células com fisionomia diferente das outras células epidérmicas.

2 – Observou-se também que existem mais cloroplastos nas células estomáticas do que nas células periféricas.

Conclusão :
Observou-se a estrutura estomática com bastante nitidez, por isso pode-se afirmar que o objectivo foi alcançado com sucesso.


Bibliografia :

ANUNCIAÇÃO, Clara e outros


1994 – Técnicas Laboratoriais de BIOLOGIA – Bloco I Ensino Secundário, Raiz Editora, 1ª Edição, Lisboa.

LEITE, Ana Isabel Santos e outros


1994 – Do Microscópio à Célula – Técnicas Laboratoriais de Biologia, Bloco I Ensino Secundário, Areal Editores, 1ª Edição, Porto.

MARQUES, Eva e outros


1994 – Técnicas Laboratoriais de Biologia – Bloco I Ensino Secundário, Porto Editora, Porto.
NÁPOLES, Anabela Metelo de e outros

1996 – Técnicas Laboratoriais de Biologia – Bloco I Ensino Secundário, Didáctica Editora, 5ª Edição, Lisboa.


˝Enciclopédia Universal Multimédia˝ - CD-ROM Texto Editora, Lisboa, 1996.
˝Grande Dicionário Universal – língua portuguesa˝ - CD-ROM versão 2.0 Texto Editora, Lisboa, 1996.

Técnicas Laboratoriais de Biologia


Bloco I

Observação Microscópica da Epiderme do Caule da Tradescantia




Colégio Militar


1998/1999


Colégio Militar



Técnicas Laboratoriais de Biologia I

Observação microscópica da epiderme do caule

da Tradescantia

Trabalho realizado por :

Rúben Trindade – 195

6º Ano – Turma A


Novembro 1998


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