Ministério da agricultura, pecuária e abastecimento secretaria de defesa agropecuária



Дата26.04.2016
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#36243
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS

REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES


ANEXO X
REQUISITOS MÍNIMOS PARA DETERMINAÇÃO DO VALOR DE CULTIVO E USO DE CAPIM SETÁRIA [Setaria sphacelata (Schumach.) Stapf & C. E. Hubb.] E INSCRIÇÃO NO REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES – RNC
I – Avaliação
A) Número de locais: três locais em regiões edafoclimáticas de importância para a espécie;
B) Período mínimo de realização: três anos;
C) Condução do experimento: o experimento deverá ser conduzido, preferencialmente, em solos representativos das condições edafoclimáticas da região onde se destina a espécie forrageira; densidade de semeadura de 0,6 a 0,8 gramas de sementes puras viáveis por metro quadrado; cortes para avaliação de matéria verde e matéria seca entre 40 e 50 cm de altura e resíduo de aproximadamente 10 a 15 cm.
II – Delineamento experimental
A) Delineamento estatístico: blocos completamente casualizados, com o mínimo de três repetições;
B) Tamanho da parcela: 4 linhas de 5 metros de comprimento, espaçadas de 0,5 metros, sendo consideradas úteis as linhas centrais, eliminando-se 0,5 metros nas extremidades;
C) Testemunha: deverá ser usada, no mínimo, uma cultivar da mesma espécie ou, se não houver, de outra espécie de fenologia semelhante e mais utilizada na região dos experimentos;
D) Somente deverão ser validados os experimentos com coeficientes de variação de no máximo 20%.
III – Características a serem avaliadas
A) Descritores (item 8 do formulário)

a) Altura da planta (cm);

b) Lema: áspera, lisa, oleosa, minúsculos tubérculos;

c) Cor da lema: opaca, amarelada, esverdeada ou marrom, extremidade negra em geniculata;

d) Proporção gluma/lema;

e) Descrição da lema

e.1) Lema baça: em vista lateral, a espessura é aproximadamente uniforme em toda a extensão, achatada na extremidade, marrom-clara mosqueada de marrom mais escuro ou amareladas; 2 mm de comprimento por 1,25 mm de largura; segunda gluma igual à lema fértil ou quase, freqüentemente persistente;

e.2) Lema oleaginosa: em vista lateral, é túrgida na direção da extremidade, especialmente no cultivar “Whinter Wonder”: ápice grosso e rombudo, coloração amarelo-dourada; 2-2,25 mm de comprimento e 1,5 mm de largura; segunda gluma cerca de ¾ do comprimento da lema fértil;

e.3) Lema oleaginosa, com ondulações transversais tênues: vista lateralmente, a cariopse é de espessura razoavelmente uniforme por toda sua extensão, não é túrgida em direção à extremidade; 2,5 – 2,75 mm de comprimento e 1,5 mm de largura; gluma aproximadamente ¾ do comprimento da lema fértil;

e.4) Lema do ápice freqüentemente lisa e lustrosa, com os frisos bem aproximados, muito reduzidas em direção à extremidade e com os espaços entre as mesmas, geralmente não distintas, os segmentos polidos da pálea evidentes na semente completamente desenvolvidas;vistas lateralmente, as sementes são mais espessas na metade inferior, afilando-se da porção acima da metade para um ápice de ponta longa; 2,5 mm de comprimento e 1,75 mm de largura;

e.5) Lema e pálea lisas e muito polidas, lemas terminando em um vestígio de arista resistente; semente larga e plana, 2 mm de comprimento e 1,5 mm de largura, segunda gluma igual a lema.

f) Superfície inteira da lema: tuberculada, tuberculada ou apenas ao longo das margens;

g) Frisos da lema bem espaçados, evidentes na extremidade e com os espaços entre os mesmos, planos e lustrosos: os segmentos polidos da pálea não evidentes;

h) Semente em vista lateral

- mais espessa perto da região mediana, afinando-se abruptamente para o ápice e para a base; 3 mm de comprimento e 2 mm de largura;

- mais espessa na metade inferior, afinando-se da porção acima da metade para o ápice de ponta longa; 2,5 mm de comprimento e 1,25 mm de largura.



          B) Características agronômicas (item 9 do formulário)


a) Altura da planta na data do corte (cm);

b) Relação folha/colmo;

c) População de plantas estabelecida por área no início do perfilhamento;

d) Percentagem de área coberta no primeiro corte;

e) Matéria verde, matéria seca (kg.ha-1.ano);

f) Capacidade de rebrota (alta, média e baixa);



          C) Reação a pragas (item 10 do formulário): informar a ocorrência, mencionando o patógeno, inseto etc., o fator, o grau de incidência ou severidade a campo e caracterizar o grau de susceptibilidade (0 - ausência; 1 - baixa; 2 - média; 3 - alta);

D) Reação à adversidade (item 11 do formulário): apresentar indicadores de tolerância, metodologia e critérios de avaliação;



E) Avaliação de produtividade (item 12 do formulário): produção média de matéria verde, matéria seca e sua distribuição ao longo do ciclo de cultivo;

F) Avaliação da qualidade (item 13 do formulário): apresentar informações sobre teor de proteína bruta, digestibilidade da matéria seca, teor de oxalato e outras determinações que sejam relevantes;


G) Informações adicionais que poderão ser apresentadas, a critério do obtentor/detentor, para fins de melhor identificação do material (item 14 do formulário):

a) Resistência ao ataque de cigarrinhas;

b) Reação a adversidades (seca, frio): apresentar indicadores de tolerância, a metodologia e critérios de avaliação;

c) Reação a agrotóxicos;

d) Aptidão para consorciação;

e) Recomendações básicas de manejo;

f) Profundidade de semeadura;

g) Caracterização bromatológica;

h) Caracterização molecular (descrição em nível molecular);

i) Produção de sementes (rendimento, sempre que possível);

j) Limitações da cultivar (condições de cultivo e de uso que devem ser evitadas);

k) Outras características importantes ou que possam distinguir a cultivar em questão das demais já catalogadas.


IV – Atualização de informações
Novas informações sobre a cultivar, tais como: mudanças na região de adaptação, reação a pragas, doenças, limitações etc., devem ser enviadas, nos mesmos modelos do VCU, para serem anexadas ao Cadastro Geral do Registro Nacional de Cultivares.
OBSERVAÇÃO: no preenchimento do formulário, sempre que necessário, utilizar folhas anexas.


MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS

REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES


Formulário para a inscrição de cultivares de Capim Setária [Setaria sphacelata (Schumach.) Stapf & C. E. Hubb.] no Registro Nacional de Cultivares – RNC

1. Identificação

Nome científico da espécie:      

Nome comum da espécie:      

Denominação da cultivar:      

Grupo de espécie a que pertence: forrageira


Protocolo (para uso exclusivo do RNC):

2. Requerente

Nome:      

CNPJ/CPF:      

Endereço:      

Município:       UF:       País:      

Caixa Postal:       CEP:      

Telefone:       Fax:      

Endereço eletrônico:      



3. Responsável pelas informações: | | Representante legal | | Procurador | | Técnico

Nome:      

CNPJ/CPF:      

Endereço:      

Município:       UF:      

Caixa Postal:       CEP:      

Telefone:       Fax:      

Endereço eletrônico:      



4. Instituição(ões) responsável(eis) pelo(s) ensaio(s): | | requerente | | contratada | | conveniada | | Outras (citar):      

Nome:      

CNPJ/CPF:      

Endereço:      

Município:       UF:      

Caixa Postal:       CEP:      

Telefone:       Fax:       Endereço eletrônico:      

Técnico(s) responsável(eis) pelo(s) ensaio(s):      

(Se necessário, utilizar folha anexa)


5. Informações complementares

5.1. Cultivar protegida: | | sim (nº certificado)       | | não

Em caso positivo indicar o(s) país(es):

5.2. Cultivar transferida: | | sim | | não

5.3. Cultivar estrangeira: | | sim | | não País de origem:      

5.4. Cultivar essencialmente derivada: | | sim | | não

5.5. Organismo geneticamente modificado: | | sim | | não

Em caso positivo, anexar documento comprovando a desregulamentação do referido OGM.



6. Origem da cultivar

6.1. Instituição(ões) ou empresa(s) criadora(s), detentora(s) e/ou introdutora(s):      

6.2. Melhorista(s) participante(s) na obtenção/introdução: (anexar declaração do melhorista responsável)      

6.3. Cruzamento

- Ano de realização:      

- Local:      

- Instituição que realizou:      

6.4. Genealogia:

- Parentais imediatos:      

- Relatório técnico do processo de seleção: (apresentar no caso da cultivar não estar protegida no Brasil)      

6.5. Denominação experimental ou pré-comercial:      


7. Avaliação da cultivar

7.1. Locais de avaliação

- Município, UF:      

- Altitude:      

- Latitude:      

- Tipo de Solo:      

- Época de Plantio:      

- Outros fatores bióticos/abióticos:      

7.2. Região de adaptação: (apresentar indicadores da adaptação da cultivar em relação à altitude, latitude, época de plantio e/ou outros fatores bióticos/abióticos, a critério do responsável pelo ensaio/requerente)      


8. Descritores

8.1. Altura da planta:      

8.2. Lema:      

8.3. Cor da lema:      

8.4. Proporção gluma/lema:      

8.5. Descrição da lema:      

8.6. Superfície inteira da lema:      

8.7. Frisos da lema:      

8.8. Semente em vista lateral:      


9. Características agronômicas

9.1. Altura da planta na data do corte:      

9.2. Relação folha/colmo:      

9.3. População de plantas estabelecida por área no início do perfilhamento:      

9.4. Percentagem de área coberta no primeiro corte:      

9.5. Matéria verde, matéria seca:      


9.6. Capacidade de rebrota:      

10. Reação a pragas: (0 - ausência; 1 – baixa; 2 – média; 3 – alta)

10.1. Doenças foliares:      

10.2. Doenças do colmo:      

10.3. Outros patógenos (relacionar):      

10.4. Insetos (relacionar):      


11. Reação a adversidades

11.1. Reação à seca:      

11.2. Reação a baixas temperaturas:      

11.3. Reação a altas temperaturas (ocorridas durante a fase reprodutiva):      

11.4. Outros fatores:      


12. Avaliação da produtividade: apresentar, na forma do modelo a seguir, os rendimentos médios da cultivar objeto de registro e das testemunhas, por região edafoclimática, local e ano:

Região Edafoclimática



Local


Ano


Produtividade (kg.ha-1)

C.V. (%)


Cultivar

     

     

MV *

MS **

MV *

MS **

MV *

MS **

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

*MV = produtividade média de matéria verde (kg.ha-1.ano)

** MS = produtividade média de matéria seca (kg.ha-1.ano) em 12% de umidade

Obs.: Informar a distribuição ao longo do ciclo de cultivo.


13. Avaliação da qualidade

13.1. Proteína bruta:      

13.2. Digestibilidade da matéria seca:      

13.3. Teor de oxalato:      

13.4. Outras determinações:      


14. Informações adicionais que poderão ser apresentadas, a critério do obtentor/detentor, para fins de melhor identificação do material

14.1. Resistência a cigarrinhas:      

14.2. Reação a adversidades:      

14.3. Reação a agrotóxicos:      

14.4. Aptidão para consorciação:      

14.5. Recomendações básicas de manejo:      

14.6. Profundidade de semeadura:      

14.7. Caracterização bromatológica:      

14.8. Caracterização molecular:      

14.9. Produção de sementes:      



    1. Limitações da cultivar:      

    2. Outras características importantes ou que possam distinguir a cultivar em questão das demais já catalogadas:      

Local e data,


___________________________________________________

Assinatura



Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, 23/06/2003


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