Descubra o Esperanto uma língua fascinante Informações básicas sobre o Esperanto




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Descubra o Esperanto

uma língua fascinante



1. Informações básicas sobre o Esperanto


O Esperanto é uma língua, como outras línguas humanas. Pode-se expressar sentimentos e pensamentos em Esperanto assim como se faz noutras línguas. É possível cantar em Esperanto, criar poesia, brigar, amar, fofocar, brincar, discutir ciência, consolar, jogar, etc. etc.

Também é possível escrever em Esperanto, eis alguns exemplos:

Esperanto estas lingvo. (= Esperanto é uma língua.)

Ni havas revon. (= Nós temos um sonho.)

La suno brilas. (= O sol brilha.)

Ĉu vi vidas min? (= Você me vê?)

Jes, mi vidas vin. (= Sim, eu te vejo.)

Mi amas vin! (= Eu te amo!)

As línguas nacionais ou étnicas pertencem a grupos humanos específicos. Por exemplo, o húngaro pertence aos húngaros, o português aos brasileiros e portugueses, o japonês aos japoneses e assim por diante.

Não é assim com o Esperanto, ele não pertence a uma nação ou povo à parte, ele pertence a todos que o aprenderam, independentemente de nacionalidade, região, etc. O Esperanto não é uma língua nacional, mas uma língua internacional com falantes em todas as partes do mundo.

O principal objetivo do Esperanto é facilitar o contato e a comunicação entre pessoas que não têm em comum uma língua materna ou nacional. Segundo a nossa experiência, o Esperanto é uma língua eficaz especialmente para comunicação internacional entre "pessoas comuns" que se interessam por outros países e povos.

"Para mim o Esperanto é uma língua ótima para manter contato com amigos de muitos países e para trabalhar em projetos internacionais."

Peter BALÁŽ, coordenador da E@I

Uma pessoa, Ludwik Lejzer Zamenhof, elaborou a base do Esperanto. Fez isso, com criatividade e cuidado, usando línguas nacionais como fonte e inspiração, por cerca de 10 anos. Só quando ele sentiu que a língua adquiriu uma "essência própria" é que ele decidiu apresentá-la a público geral. Isso ocorreu em 1887 através da edição de um livreto com o nome Lingvo Internacia (Língua Internacional).

[foto de LLZ]


Ludwik Lejzer Zamenhof (1859-1917), iniciador do Esperanto

No livro, Zamenhof usou o pseudônimo Doktoro Esperanto (Doutor Esperanto), mas posteriormente a palavra Esperanto tornou-se o nome da própria língua. Nos anos seguintes, o livro foi disseminado em vários países entre amantes das línguas e idealistas, que aprenderam a língua e começaram a usá-la na comunicação internacional. Foi assim que o Esperanto evoluiu pouco a pouco de um projeto linguístico de um só homem para uma língua viva internacional. Hoje o Esperanto é usado e amado por centenas de milhares ou até milhões de pessoas ao redor do mundo.

Pode soar um tanto incrível o fato de um projeto de um só homem ter conseguido evoluir para uma língua viva internacional usada e amada por muitas pessoas, não é? Mas este livro explica brevemente como e por que isso pôde acontecer. O livro mostra também como o Esperanto é usado hoje ao redor do mundo. Continue a ler e em breve você saberá mais sobre a Lingvo Internacia (o nome original do Esperanto).

1.1. Esferas de uso do Esperanto


Diariamente muitas pessoas usam o Esperanto de diversas maneiras, em viagens, conferências, na Internet, no trabalho e na família, por exemplo.

"Eu uso o sérvio com meus filhos, o inglês em meus estudos, o sueco na sociedade e o Esperanto no meu trabalho com meu marido. Todas as línguas têm suas vantagens e desvantagens. Das quatro línguas que eu uso diariamente, o Esperanto é a língua em que eu me sinto mais confortável."

Sonja Petrović Lundberg, coordenadora do www.lernu.net

Costuma-se usar o Esperanto com pessoas com as quais não se tem uma língua materna comum. Em tais contatos, o Esperanto funciona como uma "língua-ponte" entre pessoas com heranças linguísticas diferentes. É exatamente esse o lado forte do Esperanto: ele funciona bem como uma "ponte" ou uma "cola" entre pessoas em contatos internacionais.

Uma maneira de usar o Esperanto é viajar a um evento esperantista internacional onde se encontram pessoas de vários países. Participar de eventos com pessoas de diversos países e discutir, trocar idéias, cantar, dançar, fazer excursões e outras coisas com elas é algo muito apreciado por muitos esperantófonos. (Exemplos de tais eventos virão mais à frente.)

Outra maneira de usar o Esperanto é viajar ao exterior e hospedar-se em lares de esperantófonos gratuitamente. Quando alguém se hospeda nas casas de pessoas comuns num país estrangeiro, é mais fácil ter uma imagem melhor das condições e costumes do país do que se hospedando num hotel. Existe uma rede de hospedagem solidária de esperantófonos chamada Pasporta Servo (Serviço de Passaporte). Nela há cerca de 1200 endereços em mais de 90 países.

[PS-grafikaĵo]



"Talvez a coisa mais útil do Pasporta Servo seja que com ele ninguém precisa planejar muito, mas é possível ir espontaneamente aonde quer que se queira seguindo seus impulsos."

Amanda Higley, Estados Unidos, que viajou pela Europa por 16 meses e pagou por apenas três pernoites

Uma terceira maneira de usar o Esperanto é correspondendo-se com esperantistas por meio de cartas ou pela Internet, para assim obter um contato com pessoas de outros países com rapidez e facilidade.

"A internet desfaz a distância física, e o Esperanto desfaz a distância 'linguística'. Portanto, internet e Esperanto fazem uma ótima dupla na comunicação internacional!"

Henning Sato von Rosen, um dos fundadores da E@I

Outras maneiras são participar do movimento esperantista, militar por um mundo melhor/mais pacífico, ler notícias sobre fatos de diversos países escritas por pessoas que moram lá mesmo, ou desfrutar de livros escritos originalmente em línguas minoritárias e que não foram traduzidos à língua materna do leitor, mas sim ao Esperanto.

1.2. Eventos internacionais de Esperanto


Eis alguns exemplos de eventos internacionais de Esperanto no mundo:

Himalaja renkontiĝo (Encontro do Himalaia)

O Encontro do Himalaia tem um forte cunho turístico. Ele familiariza os participantes com a vida e as maravilhas do Nepal, apresentadas por esperantistas locais. Geralmente faz-se uma excursão mais longa fora de Katmandu, a capital do Nepal, durante a qual esperantistas nepaleses e estrangeiros têm a oportunidade de conviver, conhecer uns aos outros e vivenciar a língua num ambiente exótico.

Internacia Junulara Kongreso – IJK (Congresso Juvenil Internacional)

Ótimo evento para todos os jovens interessados no Esperanto. Devido à atmosfera informal e vívida, é fácil encontrar novos amigos de diversos países e conhecer o movimento jovem esperantista internacional. Frequentemente vêm algumas centenas de participantes provenientes de cerca de trinta países. O congresso acontece todo ano num país diferente.

Junulara E-Semajno - JES (Semana Esperantista da Juventude)

Uma semana divertida e com muita festa na época de Ano Novo em algum lugar da Europa. Contém programação importante durante o dia, mas as pessoas vão lá principalmente para fazer amigos, dançar e passar a noite.

Nordamerika Somera Kursaro – NASK (Curso de Verão na América do Norte)

O NASK acontece durante três semanas de verão em alguma universidade dos Estados Unidos e consiste num intenso aprendizado do Esperanto em diversos níveis. Os corpos docente e discente do NASK são internacionais.

Komuna Seminario - KS (Seminário Social)

Seminário colaborativo que acontece sucessivamente na China, no Japão e na Coreia do Sul, para jovens principalmente desses países. Acontece anualmente e funciona como um aglomerador de esperantófonos jovens na Ásia.

Kultura Esperanto-Festivalo - KEF (Festival Cultural de Esperanto)

Festival de alguns dias com um variado leque de programações culturais em Esperanto e participantes de diversas idades. Os músicos e artistas vêm, sobretudo (mas não apenas), da Europa. À tarde e no início da noite há apresentações teatrais, palestras, discussões e concertos de bandas esperantistas. À noite, dança, bar e o "ninho da coruja" (local tranquilo para tomar um chá e conversar). O festival acontece normalmente no norte da Europa.

Tut-Amerika Kongreso de Esperanto - TAKE (Congresso Panamericano de Esperanto)

O TAKE tem como objetivo fortalecer a solidariedade entre os esperantistas das Américas do Norte, Central e do Sul, acelerar o movimento esperantista e estudar os seus problemas. Além desses trabalhos, conta também com eventos educativos e recreativos para esclarecimento dos participantes e apresentar-lhes o país-sede do congresso.

Universala Kongreso - UK (Congresso Universal)

O maior evento anual do Esperanto. O Universala Kongreso é um congresso com programação diversificada, com principalmente muitas palestras e reuniões, mas também concertos, peças teatrais, excursões, dança, etc. Geralmente participam entre 2.000 e 4.000 pessoas de cerca de 50 países. Todo ano o congresso acontece num país/local diferente.

1.3. Como o Esperanto se tornou uma língua viva?


Pode parecer impossível que um projeto de um homem só possa evoluir para uma língua internacional viva. Entretanto, foi o que aconteceu com o Esperanto, que hoje evolui tal qual outras línguas. (Sabemos disso porque usamos a língua diariamente.)

Eis os principais fatores que fizeram do Esperanto uma língua viva:

Zamenhof teve boa desenvoltura na criação de uma base linguística

Já na infância Zamenhof começou a pensar numa língua internacional e, na adolescência, decidiu empreender a realização das suas idéias. Quando tinha 17 anos, mostrou aos seus amigos de escola o primeiro resultado. Depois ele retrabalhou durante dez anos essa base linguística, modificando-a e melhorando-a, e em 1887 apresentou-a sob o nome de Lingvo Internacia.

O Esperanto conseguiu usuários rapidamente em vários países

Já alguns anos após o lançamento, o Esperanto tinha em vários países uma comunidade de falantes que o usava, cuidava dele e o apreciava. Muitos deles trocavam cartas e encontravam-se com esperatófonos de outros países. Graças a isso o Esperanto desde o começo foi usado para a comunicação internacional em diversas situações.

Zamenhof deixou aos usuários as rédeas da evolução do Esperanto

Durante o primeiro grande congresso de esperantófonos, em 1905, Zamenhof declarou que desde então ele não mais guiaria a evolução da língua, mas que todo usuário poderia influenciar a evolução do Esperanto. Essa decisão se mostrou importantíssima, pois de tal maneira muitos se sentiram parte do processo evolutivo da língua e, consequentemente, mais engajados.

O Esperanto tem um cerne estável que previne reformas súbitas

Para evitar disputas sobre reformas da língua, Zamenhof propôs que houvesse um cerne imutável da língua, apresentado no documento La Fundamento de Esperanto (O Fundamento do Esperanto). A proposta foi aceita em 1905 e ainda hoje o Fundamento tem uma influência estabilizadora na evolução da língua.

O Esperanto é tanto uma língua natural como uma língua construída

A fonte do Esperanto são radicais de palavras e princípios gramaticais de línguas nacionais/étnicas. Logo, quando se fala Esperanto, ele é sentido como uma língua natural. Ao mesmo tempo o Esperanto é de aprendizado relativamente fácil por sua gramática regular e um sábio sistema de formação de palavras que são o resultado de uma base concebida com muito cuidado.



La interna ideo (A idéia intrínseca) - uma idéia-base comum, mas não compulsória

Ligada ao Esperanto, há uma idéia de paz e fraternidade entre os povos chamada la interna ideo (a idéia intrínseca). Essa idéia intrínseca dá grande inspiração às pessoas que sonham com um mundo melhor e mais pacífico no futuro. Graças a ela, entre outras coisas, muitas pessoas investem tempo e energia no movimento esperantista.

O Esperanto não é uma língua exclusivamente europeia

As palavras em Esperanto vêm sobretudo de línguas europeias, mas a gramática e a maneira de combinar palavras têm muitas semelhanças com o chinês, o turco e outras línguas não indo-europeias. A sintaxe e o estilo comum do Esperanto são em boa parte de influência eslava. Independentemente da língua materna, pode-se aprender o Esperanto de alguns meses até alguns anos e depois senti-lo como sua própria língua.

Uma prova de que o Esperanto conseguiu evoluir para uma língua internacional viva é que hoje ele tem uma comunidade de falantes estável em todos as partes do mundo. A maioria aprende a língua quando adolescentes ou adultos, mas também existem pessoas que falam Esperanto desde o berço como uma das línguas da família.

"Eu continuo opinando que o Esperanto é a herança mais valiosa que meus caros pais me deixaram."

Carlo Minnaja, da Itália, que falava Esperanto em casa com seus pais e seu irmão

1.4. Organizações esperantistas internacionais


Para facilitar ao usuário do Esperanto organizar-se e atuar em nível internacional, existem várias organizações esperantistas internacionais. Seguem aqui breves apresentações de algumas delas.

Edukado@Interreto - E@I (Educação na Internet)

A E@I é um grupo de trabalho internacional que estimula a colaboração e a comunicação em nível mundial. O Grupo realiza projetos e eventos educativos para apoiar um aprendizado e uso intercultural de línguas e técnicas em internet. Um exemplo de projeto exitoso da E@I é o www.lernu.net (portal multilíngue para aprender Esperanto).

Página eletrônica (multilíngue): www.ikso.net

Internacia Ligo de Esperantistaj Instruistoj - ILEI (Liga Internacional de Professores Esperantistas)

A ILEI é a maior angariadora de professores e educadores de Esperanto. A ILEI tem seções em mais de 30 países e membros em mais de 45. A organização trabalha, entre outras coisas, com o ensino do Esperanto em escolas e universidades, além de realizar exames que testam conhecimentos linguísticos e culturais do Esperanto.

Página eletrônica (em Esperanto): www.ilei.info

Esperantic Studies Foundation – ESF (Fundação de Estudos sobre o Esperanto)

A ESF apoia a pesquisa e o ensino do Esperanto e temas transversais no âmbito da comunicação interlinguística, especialmente em relação com a educação superior na América do Norte. A pergunta de partida da ESF, pesquisada de diversas maneiras, é a seguinte: "É possível um mundo em que muitas línguas, com muitos ou poucos usuários, coexistam em relativa igualdade, e a comunicação em escala global seja acessível tanto a ricos como a pobres?"

Página eletrônica (em inglês): www.esperantic.org

Universala Esperanto-Asocio - UEA (Associação Universal Esperantista)

A UEA foi fundada em 1908 como uma organização de esperantistas individuais. Atualmente a UEA é a maior organização internacional para os falantes de Esperanto e possui membros em 117 países. A UEA trabalha não somente para disseminar o Esperanto mas também para levantar discussões sobre os problemas linguísticos mundiais e atentar-nos sobre a necessidade da igualdade entre as línguas.

Página eletrônica (em vários idiomas): www.uea.org

Sennacieca Asocio Tutmonda - SAT (Associação Mundial Apátrida)

O principal objetivo da SAT é a informação principalmente da classe trabalhadora por meio do Esperanto. A SAT vê o Esperanto como instrumento, não como objetivo. A organização tem uma tendência geralmente socialista, mas acolhe todos os flancos socialistas, com a condição de que eles aceitem o princípio de um debate livre e aberto. A palavra "sennacieca" indica que a organização, ao contrário da maior parte do movimento trabalhista internacional, tem apenas membros individuais.

Página eletrônica (multilíngue): www.satesperanto.org

Tutmonda Esperantista Junulara Organizo – TEJO (Organização Mundial da Juventude Esperantista)

A TEJO é uma organização internacional juvenil não-governamental fundada em 1938 que trabalha pela promoção da paz e da compreensão intercultural entre jovens ao redor do mundo através do Esperanto. Trabalha ativamente sobre problemas e temas atuais de jovens, em especial em relação com assuntos culturais e linguísticos. Do seu escritório central nos Países Baixos, coordena o trabalho de mais de 40 seções nacionais, com membros em mais de 80 países.

Página eletrônica (em vários idiomas): www.tejo.org

Eŭropa Esperanto-Unio - EEU (União Europeia Esperantista)

A EEU luta e defende a igualdade dos direitos linguísticos e a diversidade na Europa. Afirma que a igualdade de direitos é, sem dúvida, necessária para uma verdadeira democracia, e a diversidade linguística é tão importante quanto a diversidade da fauna e da flora para a ecologia. Além disto EEU favorece a evolução da identidade europeia, em harmonia com as identidades nacionais e regionais.

Página eletrônica (em Esperanto): www.europo.eu

Biciklista Esperanto Movado Internacia - BEMI (Movimento Ciclista Esperantista Internacional)

Eis algo para quem gosta de pedalar e falar Esperanto ao mesmo tempo! O BEMI realiza regularmente várias caravanas de bicicletas, quase sempre vinculadas a um evento juvenil.

Página eletrônica (multilíngue): www.bemi.free.fr

Eurokka


O campo de atuação da Eurokka é global, objetivando desenvolver e disseminar no movimento esperantista, mas também fora dele, a cultura musical em Esperanto, as bandas e artistas que cantam em Esperanto.

Página eletrônica (em Esperanto): http://artista.ikso.net/eurokka/

1.5. Útil para comunicação mundial


Talvez você, em algum momento do começo da leitura até agora, pensou em algo semelhante a isto:

"Esperanto, língua internacional...Mas, nós já temos uma língua internacional. O inglês é a língua internacional do mundo e quase todos o falam".

Certamente, o inglês é a língua mais usada em circunstâncias internacionais. Por volta de 7% da população mundial o têm como primeira língua e cerca de 7% atingiram um nível alto do inglês aprendendo-o quando jovem ou adulto. Mas aqueles que atingem um nível alto no inglês geralmente são pessoas cuja primeira língua é muito semelhante ao inglês, por exemplo, alemães, holandeses, suecos. Para muitos outros, por exemplo, húngaros, chineses, japoneses, turcos, e coreanos, cuja primeira língua é muito diferente do inglês, é frequentemente muito difícil e muito demorado atingir um nível alto no inglês.

Também muitas outras línguas são usadas para comunicação em regiões geograficamente limitadas. Para uma comunicação internacional existem muitas variantes e possibilidades. Nós pensamos que o plurilinguismo é algo muito digno de apoio, e o movimento esperantista também trabalha para apoiar o uso de línguas pequenas e minoritárias em vários contextos. Deve-se, entretanto, lembrar que nem todos facilmente aprendem línguas estrangeiras, e que nem todos têm vontade de usar seu tempo para aprender muitas línguas. Por exemplo, para pessoas que gostariam de poder falar uma língua estrangeira, mas não conseguiram alcançar este objetivo na escola, o Esperanto pode ser uma alternativa interessante.

De acordo com nossas experiências o Esperanto é muito útil para a comunicação internacional pelos seguintes motivos:

1) Mais fácil

Para todos que aprenderam tanto o Esperanto quanto uma língua étnica/nacional como línguas estrangeiras, está claro que o Esperanto é mais fácil de aprender do que as línguas étnicas/nacionais. O Esperanto é relativamente fácil, pois a língua tem poucas regras, e elas não têm exceção. Além disso, é necessário aprender um menor número de palavras do que em outras línguas, pois é fácil formar palavras a partir de radicais e prefixos e sufixos. Não é possível exatamente dizer o quão mais fácil é aprender o Esperanto, pois isso depende, entre outros aspectos, da língua em comparação e do nível. Em geral se aprende o Esperanto entre um quinto e um terço do tempo que se usa para atingir o mesmo nível em outras línguas.

2) Mais neutra

Como o Esperanto não pertence a uma nação ou povo em especial, ele é mais neutro do que as línguas étnicas/nacionais para a comunicação internacional. O Esperanto não é ligado a uma nação específica ou cultura étnica, e isso é uma grande vantagem para uma língua que funciona como ponte entre os diversos povos do mundo. (Entretanto, o Esperanto não é uma língua sem cultura, mas sim possui sua própria cultura internacional.)

3) Mais justa

Todos os que aprendem o Esperanto têm uma boa chance de atingir um alto nível nele e posteriormente, do ponto de vista linguístico, de comunicar-se em nível semelhante com outros, independentemente da base linguística do outro. Isso é válido para todos os povos, não apenas os ocidentais. Também aqueles que falam Esperanto tiveram semelhante possibilidade de atingir um alto nível nele (quem fala desde o berço não fala, em geral, um Esperanto melhor do que os demais que o aprenderam seriamente). Por causa disso o Esperanto é mais justo como língua internacional do que as línguas nacionais, as quais alguns sem grandes dificuldades dominam melhor do que outros que tiveram que penar muitíssimo para atingir um nível alto nelas.



"Em minha opinião, os chineses aprendem o Esperanto muito mais facilmente do que as línguas europeias. Até mesmo os chineses que já aprenderam o Esperanto gozam de grande vantagem em comparação com outras pessoas, quando estudam línguas europeias."

XIAO Peiliang, China

Para todos que sentem que a facilidade, neutralidade e justiça são traços importantes de uma língua internacional, o Esperanto pode ser bastante interessante.

O inglês é a língua mais usada para a comunicação internacional hoje. Mas, quem sabe, pode ser que no futuro mais e mais pessoas descubram quão conveniente o Esperanto é para a comunicação internacional, e que o inglês e o Esperanto funcionem paralelamente como grandes línguas internacionais. Isso significaria muito para todos os milhões de pessoas que muito dificilmente atingem um alto nível no inglês.



"Eu sou iraniano e faço doutorado em Paris. Em meus estudos sempre usei o inglês e depois, quando vim à França, comecei a aprender francês. Aprendi também o Esperanto e devo confessar que ele é a única língua, além da minha materna, em que eu me sinto bem; não me sinto confortável em nenhuma outra língua estrangeira. Em minha opinião, o Esperanto é muito funcional para todas as pessoas, inclusive para os asiáticos."

Behrouz Soroushian, Irã


1.6. Cultura em Esperanto


Existem cantos, filmes, poesia, romances, novelas, revistas, peças de teatro, concertos, baladas, rock, pop, rap, etc. em Esperanto. Então, existe cultura em Esperanto. (A palavra "cultura" pode significar muito mais do que as coisas acima mencionadas, mas aqui nós nos limitamos a isso.)

Já no primeiro livro de Esperanto se encontravam poemas. Desde o começo as pessoas notaram quão rica e belamente é possível se expressar em Esperanto. É de fato uma língua na qual as pessoas se sentem livres, entre outros motivos, por causa da ordem de palavras relativamente livre e da possibilidade de formar novas palavras por meio de prefixos e sufixos.



"Eu descobri o quão admirável é o idioma para criar letras de músicas, e eu quis continuar em função do prazer de compor no idioma."

Martin Wiese, cantor das bandas esperantistas Persone e Martin & la talpoj

A cada ano aparecem muitos livros escritos em Esperanto.

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Anualmente aparecem também novos cantos em Esperanto e são editados CDs de artistas de diversos estilos. Na internet se encontram rádios e podcasts em Esperanto. De tempo em tempo ocorrem festivais culturais, nos quais é possível apreciar vários lados da cultura em Esperanto.

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Se você deseja escutar músicas em Esperanto, você pode visitar a página: www.vinilkosmo.com/.

"Cantar em Esperanto é como cantar em português e mais divertido do que cantar em inglês."

Rogener Pavinski, do Brasil, cantor da banda de rock Supernova

O Esperanto também funciona como ponte entre culturas nacionais/étnicas. Um exemplo disso são os milhares de livros traduzidos para o Esperanto a partir de línguas nacionais/étnicas. Entre eles estão tanto grandes obras clássicas quanto "pérolas literárias" desconhecidas e originalmente criadas em pequenas línguas.

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São muitas as revistas em Esperanto com diversos temas e focos de trabalho. Duas delas são "Monato" e "Beletra Almanako":

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Monato (Mês) é uma revista mensal sobre pequenos e grandes acontecimentos no mundo. Sua particularidade é que os artigos, ao invés de serem feitos por estrangeiros que raramente podem tomar conhecimento verdadeiramente profundo e compreender a sociedade local, são criados diretamente por pessoas que vivem nos países e vivenciam os acontecimentos descritos por elas.

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Beletra Almanako (Almanaque Literário) é uma revista literária com seções sobre poesia, prosa ficcional ou não, ensaios, críticas, teatro, etc., de obras originais ou traduzidas.

Existem também alguns filmes e peças de teatro em Esperanto, por exemplo, várias das grandes obras de Shakespeare. Outro exemplo é o autor Harold Brown, que criou peças teatrais em Esperanto, das quais umas foram traduzidas a algumas línguas nacionais - http://harold-brown-author-verkisto.webs.com/.

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1.7. Observações importantes


A comunidade do Esperanto apoia fortemente as ideias de diversidade linguística, direitos linguísticos, etc. Todas as línguas são de fato valiosas e é importante que línguas com muitos falantes não inibam as línguas locais e minoritárias. Em www.lingvaj-rajtoj.org é possível ler mais sobre isso em várias línguas.

O aprendizado do Esperanto prepara bem não apenas crianças mas também adultos para um aprendizado mais fácil e rápido de outras línguas. Além disso, quem aprende Esperanto geralmente adquire uma inclinação ao aprendizado de outras línguas também.

O Esperanto não é perfeito. Ele não é nem perfeitamente neutro nem perfeitamente justo. Entretanto, ele é, pelas nossas experiências, mais neutro e justo que as línguas nacionais na comunicação internacional.

"O Esperanto não é uma língua nacional, não tem o mesmo objetivo ou função, portanto seu critério de qualidade não é em que medida ele pode fazer o que fazem as línguas nacionais, mas em que medida ele cumpre sua função: ser um mediador entre os povos."

Do livro La Bona Lingvo (A Boa Língua), de Claude Piron




6. Perguntas frequentes sobre o Esperanto


Nesta seção você encontrará respostas para algumas perguntas frequentes sobre o Esperanto.

6.1. Por que chamamos a língua de Esperanto?


No começo a língua se chamava apenas "Lingvo internacia" - língua internacional. Quando Zamenhof a apresentou, ele usou o pseudônimo "Doktoro Esperanto" (doutor que tem esperança). Por isso as pessoas às vezes falavam sobre "a língua do Dr. Esperanto" e pouco tempo depois diziam apenas "Esperanto" e esse se tornou o nome comum da língua.

6.2. Quantas pessoas falam Esperanto?


Não é simples calcular o número de falantes de Esperanto, pois nem todos os falantes são membros de alguma organização. Além disso, isso depende da definição de "falar Esperanto": deve-se numerar apenas os falantes regulares em alto nível ou deve-se somar todos que têm um conhecimento básico mesmo se eles raramente usam o Esperanto? Os números de falantes do Esperanto no mundo, por isso, variam muito, desde algumas dezenas de milhares até alguns milhões. De qualquer modo, existem suficientemente muitos falantes de Esperanto em escala mundial para ter uma comunidade vigorosa e internacional.

6.3. A quais línguas o Esperanto mais se assemelha?


A maior parte dos radicais vêm de línguas europeias, principalmente as descendentes do latim, mas a gramática do Esperanto possui muitas outras características, que não são comuns às línguas europeias, mas a tornam mais semelhante, por exemplo, ao turco, ao suahili ou até ao chinês.

6.4. É fácil aprender Esperanto?


Em comparação com as línguas nacionais, sim. Mas, como sempre, depende muito do próprio indivíduo e de quantas línguas este já aprendeu. Aprender uma nova língua sempre é um desafio e nunca é "muito fácil", de acordo com nossas experiências. Isto é válido também para o Esperanto, embora ele seja claramente menos difícil do que as línguas nacionais/étnicas geralmente são. Também para homens que nunca conseguiram aprender de verdade um idioma estrangeiro a fundo, o Esperanto é fácil de aprender! Mas é claro que é preciso muito estudo e prática caso se queira usar o idioma correta e fluentemente.

6.5. Por que aprender Esperanto?


Existem diversos motivos pelos quais as pessoas começam a aprender o Esperanto. Pessoas que gostam de línguas geralmente são curiosas sobre a gramática do Esperanto e assim começam a estudar a língua. Outros se interessam pelo Esperanto, pois não conseguem aprender uma língua estrangeira e então querem tentar uma língua mais fácil. Alguns ouviram sobre a "ideia interna" e por causa dela eles aprendem o Esperanto para desse modo apoiar um mundo mais pacífico e interligado. Jovens geralmente se interessam por viagens a outros países para lá encontrar novos amigos e o Esperanto é uma alternativa muito boa para isso.

6.6. Como aprender o Esperanto?


Se você tem um bom acesso à internet, nós recomendamos que você comece em www.lernu.net, onde se encontram vários cursos interativos para iniciantes em muitas línguas. Se você preferir um curso em forma de livro, esse pode ser encomendado em uma associação esperantista nacional (veja mais informações na seção 7). Se você quiser começar a aprender Esperanto em um curso presencial, tente entrar em contato com o clube ou associação esperantista local. Em vários países e cidades são realizados regularmente cursos básicos de Esperanto. Quando você souber algo em Esperanto, é bom começar logo a usar a língua com outras pessoas, seja pela internet, seja em encontros esperantistas.

6.7. O Esperanto possui símbolos?


Sim, existem alguns. A estrela verde é a mais antiga e a mais vastamente usada, principalmente como a bandeira do Esperanto. A cor verde simboliza a "esperança", e a estrela de cinco pontas simboliza os cinco continentes. Outro, mais novo, é o "simbolo do jubileu" que surgiu como resultado de um concurso para a comemoração do centenário do Esperanto.

6.8. Por que alguns linguistas fazem comentários negativos sobre o Esperanto?


Aqueles que melhor entendem a complexidade de uma língua são os linguistas. Talvez justamente por causa disso é que tantos deles, sendo entre outras coisas pessoas extremamente competentes, não podem crer que o Esperanto pode funcionar como uma língua plena, totalmente viva, e então ser digna de atenção e pesquisa. Uma língua é algo tão complexo e delicado que o aparecimento de uma língua verdadeira, rica, vivente, baseada no projeto de um jovem (Zamenhof tinha 27 anos quando ele apresentou o Esperanto após trabalhar por uma década nele) é algo extremamente improvável. Naturalmente, portanto, as pessoas ficam céticas. Mas se elas conferem a realidade, logo notam que o Esperanto funciona maravilhosamente bem para a comunicação internacional. Seria muito bom se mais linguistas e pesquisadores quisessem fazer estudos e pesquisas sobre o Esperanto no futuro.

6.9. É possível aprender Esperanto em universidades ou escolas?


Em alguns países sim. Muitos esperantistas argumentam que o aprendizado do Esperanto na escola ajudaria os alunos no futuro a aprender com mais facilidade outras línguas estrangeiras, porque os mesmos receberiam uma dose boa de autoconfiança em aprendizado de línguas ao aprender o Esperanto, que é relativamente fácil, e porque eles também teriam uma melhor compreensão sobre estruturas gramaticais graças à clareza da gramática do Esperanto. Existem várias provas disso, e seria interessante se os pesquisadores fizessem estudos sobre o valor propedêutico (facilitador do aprendizado) do Esperanto.

6.10. Pode-se ouvir de qual país o falante de Esperanto vem?


Geralmente se pode adivinhar a partir do sotaque a nação da qual vem a pessoa que fala em Esperanto, mas nem sempre, pois também existem aqueles que têm uma pronúncia "neutra".

6.11. Quantas pessoas no mundo falam o Esperanto desde o nascimento?


Aparentemente existem cerca de 1000 pessoas que falam Esperanto como uma de suas línguas maternas. Geralmente é assim no caso de os pais terem se encontrado durante um evento esperantista e serem de países diferentes. Eles usam o Esperanto entre si em casa e, quando eles mais tarde ganham um bebê, eles querem continuar usando o Esperanto entre si. O modelo talvez mais comum é quando um dos cônjuges sempre usa o Esperanto com a criança e o outro, sendo imigrante, usa sua língua materna com a criança, e na sociedade a criança usa a língua local/nacional. Dessa maneira a criança se torna trilíngue desde o nascimento.

6.12. Não seria melhor criar uma língua nova e até mais justa para uma comunicação internacional?


Juntar uma boa base linguística não é uma coisa fácil. Os linguistas, que melhor sabem sobre línguas, não têm necessariamente um talento para criar línguas, a especialidade deles é de fato analisar línguas. Criar e analisar são assuntos suficientemente diferentes. Várias pessoas juntaram uma base linguística, também um grupo de linguistas tentou, mas os resultados até agora não se tornaram mais vitoriosos que o Esperanto. Pense em Mozart e criação musical: não é sempre que aparecem pessoas com um talento tão extraordinário quanto o dele! Algo semelhante ocorreu com Zamenhof. Ele tinha um talento extraordinário na criação de línguas e conseguiu por conta própria juntar uma base linguística que se mostrou muito melhor do que outras tentativas. Além disso, tornar essa nova base viva exigirá um tempo longo de prática por todos os lados e por todo mundo após sua publicação. E sem uma base ideológica comparável àquela que Zamenhof fez o Esperanto ter, essa nova base terá poucas chances de se tornar verdadeiramente uma língua viva e de tomar para si a base social necessária. Com o Esperanto o processo já ocorreu e a língua está agora pronta. Não é perfeita, no entanto, é muito boa para uma comunicação internacional e em pé de igualdade.

6.13. O inglês não é suficiente para a comunicação internacional?


O inglês é muito útil para a comunicação internacional em muitas situações. Mas o fato é que nem todos conseguem atingir um nível alto nessa língua mesmo após aprender durante anos. Principalmente para aqueles cuja(s) língua(s) pátria(s) não se assemelha(m) ao inglês é difícil chegar num nível alto. (Se você um dia esteve, por exemplo, na Coreia ou na Turquia, então você sabe do que estamos falando.) O Esperanto é mais fácil de aprender do que as línguas étnicas quando se trata de aprendizado de uma língua estrangeira como jovem ou adulto. Além disso, o Esperanto não está ligado a uma cultura nacional em particular, o que é uma grande vantagem para uma língua que funciona como ponte entre povos, os quais dessa forma se comunicam numa base igual.

6.14. O Esperanto já não teve sua chance?


É fato que o Esperanto, no começo dos anos 20, foi quase eleito pela Liga das Nações (antecessora da ONU) como uma das línguas de trabalho dessa organização, e que muitos políticos se interessaram pelo Esperanto durante os anos 30 e 40. Hoje são pouquíssimos os políticos que se interessam pelo Esperanto. Pode ser que o Esperanto nunca mais tenha novamente a chance de se tornar uma língua de trabalho de alguma organização internacional grande. Pode ser também que a situação mude um dia no futuro e que o Esperanto se torne cada vez mais popular entre as pessoas que se interessam na criação de uma nova comunidade mundial com relações mais amigáveis e próximas entre os povos. Sobre o futuro é difícil saber com certeza. Mas, é possível ter esperanças... Nós esperantistas somos bons exatamente nisso! (a palavra "esperanto" significa alguém que tem esperança.)


7. Informações locais sobre o Esperanto


Nesta seção, você encontra informações a respeito de organizações esperantistas nos países de língua portuguesa, mas lembre-se que o que você vai ler aqui não é tudo o que existe: há muito, muito mais sobre o Esperanto no Brasil, Portugal, Angola, etc., do que esse espaço pode apresentar!

7.1. Organizações e clubes


Existem muitos clubes, associações e organizações esperantistas espalhados pelo Brasil inteiro, seja de nível municipal ou estadual. Já em nível nacional temos:
Liga Brasileira de Esperanto - Fundada em 1907 e filiada à UEA desde 1933.
Endereço: SDS Ed. Venâncio III Sala 303, 70393-900 Brasília - DF.
Telefone: (61) 3226 1298.
Página: http://www.esperanto.org.br
Juventude Esperantista Brasileira - Fundada em 1967 e filiada à TEJO desde 1967. Endereço: Rua Dr. Antônio Bento 106, Bairro Vila Mathias, 11075-260 Santos - SP. Telefone: (19) 3256-0268. Página: http://bejo.esperanto.org.br

7.2. Cursos


Uma das atividades dos clubes e associações de Esperanto é ensinar a língua internacional para iniciantes e dar cursos mais avançados aos que já passaram pelo curso básico. Também em várias universidades existem cursos de Esperanto:
* Brasília - DF:
Curso semestral de 6 horas semanais na Universidade de Brasília (interfoco@unb.br) com direito a diploma - Contatos: Paulo Nascentes (pnascentes@gmail.com) e Josias Barbosa (josias@lernejajklasoj.net)

* Campinas - SP:


Matéria optativa interdisciplinar de 4 horas semanais na PUC - Campinas como parte do programa «Práticas de formação», com discussões sobre o problema linguístico mundial, entre outros assuntos - Contato: David Bianchini (davidesperantista@gmail.com, http://docentes.puc-campinas.edu.br/ceatec/davidb)

* Vitória - ES:


Curso de extensão universitária básico semestral de 4 horas semanais na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com direito a diploma; pode haver um curso avançado se houver demanda. Contatos: Márcio Malacarne (marcio.malacarne@gmail.com, http://www.anarkopagina.org), Wilson Aragão Filho (aragao@npd.ufes.br) e Vitor Luiz Rigoti dos Anjos (vitorlranjos@yahoo.com.br, http://www.vitorluiz.6te.net).

7.3. Eventos


Cada associação estadual ou clube local faz o seu calendário de eventos e, em nível nacional, existe o "Congresso Brasileiro de Esperanto", que é realizado a cada ano no mês de julho em uma cidade escolhida previamente. Os últimos aconteceram em Juiz de Fora - MG (2009), Fortaleza - CE (2008), Rio de Janeiro - RJ (2007), Campinas - SP (2006) e Porto Alegre - RS (2005). Junto com esse congresso acontecem o "Congresso Juvenil Brasileiro Esperantista" e o "Congressinho Infantil", reunindo centenas de esperantistas de todo o Brasil e de vários países do mundo. As informações sobre esses congressos estão na página da Liga Brasileira de Esperanto.

7.4. Livros sobre Esperanto


Vários esperantistas fizeram e fazem livros didáticos e literários, originais em Esperanto ou traduzidos, tanto em português quanto em Esperanto, compondo assim uma extensa gama de obras nos diversos ramos literários. A lista a seguir mostra alguns títulos:
- «Esperanto para principiantes», de Aloísio Sartorato;
- «Esperanto Conversacional - Curso Básico», de Jair Salles;
- «Esperanto - O novo Latim da Igreja e do Ecumenismo», de Ulrich Matthias;
- «Gramática Completa do Esperanto», de Geraldo Mattos;
- «O desafio das línguas», de Claude Piron.

7.5. Livrarias


Para adquirir livros, materiais didáticos, CD's e DVD's, dicionários, entre outros, no Brasil, basta se informar junto a:
* Livraria da Liga Brasileira de Esperanto: http://libroservo.esperanto.org.br/
* Livraria Pentuvio: http://www.pentuvio.com
* Livraria da Cooperativa Cultural dos Esperantistas: http://kke.org.br/livraria/indice
* Loja eletrônica da seção brasileira da Liga Internacional dos Instrutores Esperantistas: http://www.ileibr.org/butiko/

7.6. Informações para contato


A partir do endereço da Liga Brasileira de Esperanto ou de uma simples navegação pela internet, é possível ter o conhecimento fácil, rápido e preciso sobre as organizações ativas nos estados brasileiros, seus contatos e horários de funcionamento e reunião.


lernu! é um portal multilíngue que ajuda os internautas a se informarem e aprenderem o Esperanto gratuitamente e de maneira fácil.

No portal estão cursos de diversos níveis, dicionários em muitas línguas, visão geral da gramática, contos narrados com ilustrações, mensageiro instantâneo para comunicação direta, fóruns e muito mais!




Esperanto estas...

Familiarize-se com a língua internacional Esperanto por meio de seis filmes curtos e animados!

Esperanto estas ... (Esperanto é ...)


  • ... lingvo taŭga por ĉio (... língua útil para tudo) - parte 1, duração: 1 minuto e 43 segundos

  • ... lingvo kun multaj trajtoj (... língua com muitos traços) - parte 2, duração: 8 minutos e 1 segundo

  • ... lingvo uzata plurmaniere (... língua usada de diversas maneiras) - parte 3, duração: 6 minutos e 23 segundos

  • ... lerninda kaj lernebla por ĉiuj (... digna e possível de ser aprendida) - parte 4, duração: 13 minutos e 22 segundos

  • ... lingvo kun bunta movado (... língua com um movimento de muitas cores) - parte 5, duração: 4 minutos e 12 segundos

  • ... lingvo de la estonteco (... língua do futuro) - parte 6, duração: 9 minutos e 31 segundos



Os textos foram tirados de uma brochura maior sobre o Esperanto, a qual é possível baixar em www.ikso.net/broshuro.

Esta minibrochura foi criada por E@I - www.ikso.net.





Esperanto é uma língua internacional usada em todas as partes do mundo.


"Eu me sinto parte de uma comunidade mundial" - Erin Piateski, Estados Unidos

"Meu principal interesse no Esperanto é o seu lado cultural" - Rogener Pavinski, Brasil

"O Esperanto fez de mim um cidadão do mundo" - Jean Codjo, Canadá / Benim

"Graças ao Esperanto eu sempre desfrutei de um íntimo contato com o exterior" - Satoo Reiko, Japão

"A aprendizagem do Esperanto me levou a uma nova parte do mundo" - Russ Williams, Polônia / Estados Unidos

"O Esperanto me traz uma amizade internacional" - LI Jianhua, China

"Fiquei encantada com a lógica interna do Esperanto" - Zsófia Kóródy, Alemanha / Hungria

"O Esperanto é parte do meu cotidiano" - Renato Corsetti, Itália

"Já há 7 anos o Esperanto é minha principal ocupação" - Katalin Kovats, Holanda / Hungria

"O Esperanto fortificou muito o meu interesse sobre outros países e culturas" - Marcos Cramer, Alemanha

"O Esperanto abriu uma nova visão para mim" - Trinh Hong Hanh, Vietnã

"O Esperanto encontra-se também em vilas sem eletricidade" - Vlaďka Chvátalová, Bélgica / República Tcheca

"O Esperanto facilita muito os intercâmbios internacionais" - Kong Kil-yoon, Coreia do Sul

"Para mim o Esperanto é uma grande inspiração" - Hokan Lundberg, Suécia



Nesta brochura você pode ler sobre o Esperanto e como ele é usado por pessoas de diversos países.


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