Volume II sumário diagnóstico ambiental 10 1 meio físico 10




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VOLUME II

SUMÁRIO

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL 10

5.1 MEIO FÍSICO 10

5.1.1 CLIMA 10

5.1.2 QUALIDADE DO AR 15

5.1.3 GEOLOGIA 26

5.1.4 GEOMORFOLOGIA 56

5.1.5 SOLOS 64

5.1.6 USO E OCUPAÇÃO DO SOLO 77

5.1.7 HIDROLOGIA 90

5.1.8 QUALIDADE DAS ÁGUAS 95

5.1.9 RUÍDO 125

5.1.10 SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO 130

5.2 MEIO BIÓTICO 133

5.2.1 VEGETAÇÃO E FLORA 135

5.2.2 FAUNA 160

5.2.3 ESPÉCIES DE INTERESSE 214



5.2.4 SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO DO MEIO BIÓTICO 225

LISTA DE QUADROS

Quadro 5.1.1 - Padrões da qualidade do ar. 20

Quadro 5.1.2 - Padrões nacionais da qualidade do ar (Resolução CONAMA n.º 03 de 28/06/90). 20

Quadro 5.1.3 - Limites máximos de emissões para veículos leves novos, segundo PROCONVE. 21

Quadro 5.1.4 - Resultados das concentrações de material particulado em cada ponto de coleta, com o respectivo índice de qualidade do ar. 24

Quadro 5.1.5 - Caracterização estrutural da área mapeada. 41

Quadro 5.1.6 - Classificação de passivos-problema. 44

Quadro 5.1.7 - Quantitativos de passivos ambientais identificados. 45

Quadro 5.1.8 - Consistência das argilas em função da resistência e do SPT (DER/SP, 1991). 51

Quadro 5.1.9 - Relação dos trechos com ocorrência de solos-moles na BR-163. 52

Quadro 5.1.10 - Legendas de nomenclatura de solo (anterior e atual). 66

Quadro 5.1.11 - Aptidão de uso do solo por valor atribuído e por segmento na área desmatada e na área remanescente da AII. 84

Quadro 5.1.12 - Discriminação de Aptidão de Solos na Área de Influência Indireta. 85

Quadro 5.1.13 - Estações fluviométricas existentes na área de inserção das BRs 163 e 230. 91

Quadro 5.1.14 - Estatística descritiva dos parâmetros de qualidade das águas superficiais coletadas em maio/2002 nas drenagens adjacentes às rodovias BR-163 e BR-230. 99

Quadro 5.1.15 - Estatística descritiva dos parâmetros de qualidade das águas superficiais coletadas em agosto/2002 nas drenagens adjacentes às rodovias BR-163 e BR-230. 99

Quadro 5.1.16 - Peso e curva de cada parâmetro de qualidade da água. 121

Quadro 5.1.17 - Nível de critério de avaliação para ambientes externos (NBR 10151/00). 126

Quadro 5.1.18 - Levantamento dos níveis de ruído. 129

Quadro 5.2.19 - Informações sobre a localização toponímica e tipologia vegetacional dos inventários florísticos ao longo da BR-163 e da BR-230. 136

Quadro 5.2.20 - Sumário da fitossociologia das florestas de transição, incluindo campinaranas (inventários 2 e 3) amostradas ao longo da BR-163 e em parte da BR-230. 139

Quadro 5.2.21 - Sumário da fitossociologia das florestas aberta e estacional amostradas ao longo da BR-163 e em parte da BR-230. 140

Quadro 5.2.22 – Sumário da fitossociologia das florestas ombrófilas densas amostradas ao longo da BR-163 e em parte da BR-230. 142

Quadro 5.2.23 - Sumário da fitossociologia das florestas secundárias latifoliadas amostradas ao longo da BR-163 e em parte da BR-230. 143

Quadro 5.2.24 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.1, realizado em Floresta de Transição (BR-163). 144

Quadro 5.2.25 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário n0.2, realizado em Floresta de Transição (BR-163). 146

Quadro 5.2.26 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.3, realizado em Floresta de Transição (BR-163). 146

Quadro 5.2.27 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.4, realizado em Floresta Estacional Semi-Decídua. Rodovia Cuiabá-Santarém (BR-163). 147

Quadro 5.2.28 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.5, realizado em Floresta Ombrófila Aberta (BR-163). 148

Quadro 5.2.29 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.6, realizado em Floresta Ombrófila Aberta (BR-163). 149

Quadro 5.2.30 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.7, realizado em Floresta Ombrófila Aberta (BR-163). 150

Quadro 5.2.31 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.8, realizado em Floresta Ombrófila Aberta (BR-163). 151

Quadro 5.2.32 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.9, realizado em Floresta Ombrófila Aberta (BR-163). 151

Quadro 5.2.33 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.10, realizado em Floresta Ombrófila Aberta (BR-230). 152

Quadro 5.2.34 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.11, realizado em Floresta Ombrófila Densa (BR-163). 153

Quadro 5.2.35 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.12, realizado em Floresta Ombrófila Densa (BR-163). 154

Quadro 5.2.36 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.13, realizado em Floresta Ombrófila Densa (BR-163). 155

Quadro 5.2.37 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.14, realizado em Floresta Ombrófila Densa (BR-163). 156

Quadro 5.2.38 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.15, realizado em Floresta Ombrófila Densa (BR-163). 156

Quadro 5.2.39 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.16, realizado em Floresta Secundária Latifoliada (BR-230). 157

Quadro 5.2.40 - Lista das 10 espécies de maior representatividade fitossociológica do Inventário no.17, realizado em Floresta Secundária Latifoliada (BR-230). 159

Quadro 5.2.41 – Lista de espécies de peixes registradas nos cursos d´água da área de influência do empreendimento. 168

Quadro 5.2.42 - Resultados da análise de correlação canônica entre os parâmetros ambientais e as espécies com maior ocorrência entre os ecossistemas aquáticos avaliados. 174

Quadro 5.2.43 - Análise de correlação simples entre os parâmetros físico-químicos das águas e as espécies de peixes com maior ocorrência geográfica. 175

Quadro 5.2.44 – Lista de espécies de anfíbios registrados na área de influência do empreendimento. 178

Quadro 5.2.45 – Lista de espécies de répteis registrados na área de influência do empreendimento. 179

Quadro 5.2.46 - Uso de hábitat pela herpetofauna na área de influência do empreendimento. 182

Quadro 5.2.47 - Espécies de aves registradas ao longo do traçado da BR 163 no estado do Pará entre a fronteira PA-MT e Rurópolis. 183

Quadro 5.2.48 – Lista das espécies de mamíferos registrados ao longo dos seis pontos de amostragem, organizados em sentido sul para norte da rodovia. 200

Quadro 5.2.49 –Lista das espécies de mamíferos que ocorrem no interflúvio Tapajós-Xingu, com indicação do nome popular, o tipo de registro e o status de conservação de cada uma delas. 201

Quadro 5.2.50 - Espécies de valor para a conservação e respectivo status, ocorrentes nas áreas de influência do empreendimento 214

Quadro 5.2.51 - Espécies de interesse econômico, principalmente madeireiro, ocorrentes na áreas de influência do empreendimento. 216

Quadro 5.2.52 - Espécies de vertebrados atingidas por atropelamentos ao longo do trecho em estudo, registradas com registro de coordenadas e localidade. 224

LISTA DE FIGURAS

Figura 5.1.1 - Diagrama termopluviométrico de Itaituba (DNMET, 1992) e da Base Aérea do Cachimbo (BRASIL, 1980). 12

Figura 5.1.2 - Ponto 1 - Destacamento da Policia Militar da Serra do Cachimbo 19

Figura 5.1.3 - Ponto 2 - Cachoeira do Curuá 19

Figura 5.1.4 - Ponto 4 - Alvorada da Amazônia – Posto Alvorada 19

Figura 5.1.5 - Ponto 7 - Trairão – Comercial Leal 19

Figura 5.1.6 - Ponto 8 - Km 30 – Hotel Restaurante Colonial 19

Figura 5.1.7 - Ponto 9 - Ruropólis – Auto Posto Trevado – Churrascaria e Peixaria Trevão 19

Figura 5.1.8 - Localização dos pontos de coleta do material particulado na BR-163, em coordenadas UTM. 20

Figura 5.1.9 - Gráfico de concentração de material particulado. 24

Figura 5.1.10 - Compartimentação geológica do Brasil. 28

Figura 5.1.11 - Coluna estratigráfica das áreas de influência. 29

Figura 5.1.12 - Campo de matacões graníticos em encosta de morro. 53

Figura 5.1.13 - Croqui esquemático do fraturamento observado nas rochas graníticas do Complexo Xingu. 53

Figura 5.1.14 - Quartzo diorito, Complexo Xingú (amostra de mão). 53

Figura 5.1.15 - Matacões graníticos do Complexo Xingu com sulcos provenientes da abrasão eólica. 53

Figura 5.1.16 - Granodiorito do Complexo Xingu alterado, adquirindo coloração avermelhada. No detalhe, cristal de feldspato alcalino. 53

Figura 5.1.17 - Seqüência metavulcano-sedimentar com fraturamento NW-SE e NE-SW. 53

Figura 5.1.18 - Intrusão metabásica concordante com a estruturação do metapelito. 54

Figura 5.1.19 - Possível dique ocorrente junto às rochas do Complexo Xingu, inferido a partir de alteração colorimétrica da estrada. 54

Figura 5.1.20 - Afloramento de arenito fino do Grupo Beneficente em curso d'água. 54

Figura 5.1.21 - Amostra de mão de laterita, que forma a camada de cobertura dos arenitos do Grupo Beneficente. Quando removida, o arenito, por ser altamente friável, torna-se amplamente suscetível à ação erosiva. 54

Figura 5.1.22 - Afloramento, em jazida de empréstimo, de arenito da Formação Gorotire com ocorrência de vênulas paralelas e perpendiculares à S0. 54

Figura 5.1.23- S0 basculada em arenitos da Formação Gorotire. 54

Figura 5.1.24 - Afloramento, em jazida de empréstimo, de siltito com S0 marcada por variação colorimétrica. 55

Figura 5.1.25 - Vista, em dois planos, de amostra de mão de siltito da Formação Maecuru. 55

Figura 5.1.26 - Afloramento de siltito da Fm Maecuru em foto e croqui esquemático, mostrando a relação entre as camadas maciças e laminadas. 55

Figura 5.1.27 - Arenito, aflorante ao longo da BR-230, com estratificação de pequeno porte. A rocha tem cor branca e é altamente friável. 55

Figura 5.1.28 - Salto do Curuá. 59

Figura 5.1.29 – Erosão na Serra do Cachimbo. 59

Figura 5.1.30 - Perfil Norte-Sul da Amazônia (ROSS, 1995). 61

Figura 5.1.31 – Aspectos da erosão na Serra do Cachimbo. 63

Figura 5.1.32 - Vertente convexa em campo de matacões granitóides. 63

Figura 5.1.33 - Início de erosão linear. 63

Figura 5.1.34 - Processos erosivos (ravinas e voçorocas). 63

Figura 5.1.35 - Processos erosivos. 63

Figura 5.1.36 - Processos erosivos em áreas florestadas (ao fundo). 63

Figura 5.1.37 - Relação entre a condutividade hidráulica e a granulometria do solo. 68

Figura 5.1.38 - Mapa de Aptidão de Solos na Área de Influência Indireta 79

Figura 5.1.39 - Mapa de Áreas Disponíveis na Área de Influência Indireta da BR-163. 89

Figura 5.1.40 – Erosão provocada pela ação da água. 94

Figura 5.1.41 – Processos erosivos provocados pela ação da água. 94

Figura 5.1.42 – Processos erosivos junto a drenagens. 94

Figura 5.1.43 – Bancos de sedimentos. 94

Figura 5.1.44 – Reservatório de água formado junto a rodovia. 94

Figura 5.1.45 - Reservatório de água. 94

Figura 5.1.46 – Formação de banhados – zonas alagadiças. 94

Figura 5.1.47 - Variação da temperatura da água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002 na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W–E). 100

Figura 5.1.48 - Variação da turbidez da água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 103

Figura 5.1.49 - Variação da concentração de sólidos totais da água superficial das drenagens amostradas em maio de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 104

Figura 5.1.50 - Variação do pH da água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites (superior e inferior) de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 105

Figura 5.1.51 - Variação da condutividade da água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002 na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E). 106

Figura 5.1.52 - Variação da concentração de oxigênio dissolvido (OD) na água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2, 3 e 4 (CONAMA). 108

Figura 5.1.53 - Variação da demanda bioquímica de oxigênio (DBO5) na água superficial das drenagens amostradas em maio de 2002 na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 109

Figura 5.1.54 - Variação das concentrações de nitrato e nitrogênio total na água superficial das drenagens amostradas em maio de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de nitrato em águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 111

Figura 5.1.55 - Variação das concentrações de fosfato na água superficial das drenagens amostradas em maio de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 111

Figura 5.1.56 - Variação das concentrações de óleos e graxas na água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E). 112

Figura 5.1.57 - Variação das concentrações de zinco na água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 114

Figura 5.1.58 - Variação das concentrações de Ferro na água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 116

Figura 5.1.59 - Variação das concentrações de Manganês na água superficial das drenagens amostradas em maio e agosto de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 116

Figura 5.1.60 - Variação do conteúdo de coliformes fecais na água superficial das drenagens amostradas em maio de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 119

Figura 5.1.61 - Variação do conteúdo de bactérias totais na água superficial das drenagens amostradas em maio de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontada com os limites de águas doces das Classes 1, 2 e 3 (CONAMA). 120

Figura 5.1.62 - Índice de Qualidade de Água das drenagens amostradas em maio de 2002, na AID da BR-163 (S-N) e da BR-230 (W-E), confrontado com os limites de qualidade utilizados neste diagnóstico. 124

Figura 5.1.63 – Metodologia de campo para monitoramento do nível de ruído. 128

Figura 5.2.64 - Categorização da raridade das espécies em função de seu grau de dispersão espacial dentro dos ecossistemas estudados. 171

Figura 5.2.65 - Curvas acumulativas da riqueza de espécies em função do esforço de coleta para três apetrechos de coleta. 171

Figura 5.2.66 - Diagrama de Venn representando a afinidade ictiofaunística coletada para os três apetrechos. 172

Figura 5.2.67 - Análise de similaridade entre os locais de coleta com base na análise de presença-ausencia das espécies de peixes registradas. 172

Figura 5.2.68 - Afinidades ictiofaunísticas entre os ecossistemas estudados, com base nas características espaciais. 173

Figura 5.2.69 - Exemplar de Hyla boans (anfíbio) observado na área de influência direta. 177

Figura 5.2.70 - Exemplar de Polychrus acutirostris (réptil) observado na região da serra do Cachimbo 177

Figura 5.2.71 - Espécies de aves encontradas em hábitat de savana na serra do Cachimbo com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos/hora de observação. 190

Figura 5.2.72 - Espécies de aves encontradas em hábitat de floresta submontana na Serra do Cachimbo com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos / hora de observação. Cypseloides senex com um índice de 2571 indivíduos/100 horas. 191

Figura 5.2.73 - Espécies de aves encontradas em hábitat de ecótono entre savana e floresta submontana na Serra do Cachimbo com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos/hora de observação. 192

Figura 5.2.74 - Espécies de aves encontradas em floresta ombrófila densa em Novo Progresso com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos/hora de observação. 193

Figura 5.2.75 - Espécies de aves encontradas em floresta ombrófila aberta em Novo Progresso com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos/hora de observação. 194

Figura 5.2.76 - Espécies de aves encontradas em floresta ombrófila densa em Trairão com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos/hora de observação. 195

Figura 5.2.77 - Espécies de aves encontradas em floresta ombrófila aberta em Trairão com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos/hora de observação. 196

Figura 5.2.78 - Dendrograma elaborado a partir da matriz dos índices de abundância, mostrando as relações de similaridade entre os diferentes sítios censados. 197

Figura 5.2.79 - Dendrograma elaborado a partir da matriz de presença/ausência de espécies durante os censos, mostrando as relações de similaridade entre os diferentes sítios censados. 197

Figura 5.2.80 - Exemplar de Selenidera gouldii capturado com rede de neblina. 198

Figura 5.2.81 - Macho adulto de Pipra vilasboasi capturado na área de estudo. 198

Figura 5.2.82 - Espécies de aves encontradas em hábitats antrópicos na serra do Cachimbo com índices de abundância relativa ≤100 indivíduos / hora de observação. 208

Figura 5.2.83 - Dendrograma elaborado a partir da matriz de presença/ausência de espécies durante os censos, mostrando as relações de similaridade entre os diferentes sítios censados. 210

Figura 5.2.84 - Tamandua tetradactyla (tamanduá-mirim) encontrado morto ao longo da BR-163. 210

Figura 5.2.85 - Ateles marginatus (macaco-aranha) visualizado a margem da BR 163 em área de Floresta Ombrófila Aberta Submontana. 212

Figura 5.2.86 - Detalhe do Saimiri ustus (mico-de-mãos-amarelas) criado como animal de estimação em Rurópolis, PA. 212


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