Parasitologia II morfologia e biologia de mallophaga e anoplura




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UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS

PARASITOLOGIA II

MORFOLOGIA E BIOLOGIA DE

MALLOPHAGA E ANOPLURA

DR. ANDERSON DIAS CEZAR

Rio de Janeiro, RJ

- 2005 -

1. INTRODUÇÃO

Desde remota antiguidade, os piolhos foram sempre companheiros assíduos do homem e dos animais. Além de praga constante e irritante, veiculam constantes epidemias e doenças secundárias. As criações de animais, são constantemente atacadas com altas infestações de piolhos, causando prejuízos financeiros.

Os piolhos podem ser divididos em duas ordens distintas, de acordo com o aparelho bucal; mastigador ou picador/sugador. Os que possuem aparelho bucal do tipo mastigador, estão compreendidos na ordem Mallophaga ou “falsos piolhos”. São parasitos de animais mamíferos e aves. Os que possuem aparelho bucal picador/sugador estão compreendidos na ordem Anoplura. São parasitos do homem e mamíferos.

No presente trabalho são descritas as características morfológicas dos malófagos e anopluros, bem como o aspecto da biologia dos mesmos. Algumas doenças causadas por piolhos e controle também serão mencionados.



2. ORDEM MALLOPHAGA
2.1. Classificação
ORDEM MALLOPHAGA

SUB-ORDEM ISCHINOCERA

FAMÍLIA PHILOPTERIDAE

FAMÍLIA TRICHODECTIDAE

SUB-ORDEM AMBLYCERA

FAMÍLIA GYROPIDAE

FAMÍLIA BOOPIDAE

FAMÍLIA TRIMENOPONIDAE

FAMÍLIA MENOPONIDAE

FAMÍLIA LAEMOBOTHIIDAE

FAMÍLIA RICINIDAE

O termo Mallophaga foi, por muito tempo, utilizado para designar uma nova ordem de insetos ectoparasitos de aves e mamíferos, com peças bucais adaptadas à mastigação. Esta ordem era dividida em: Amblycera e Ischinocera. CLAY (1970), acredita que Amblycera e Ischinocera não constituem um grupo monofilético e sugere a ordem Phthiraptera dividida em: Amblycera, Ischinocera Anoplura e Rhiynchophthirina. Deste modo o termo Mallophaga deixa de ser denominação de ordem.

Neste trabalho ainda utiliza-se o termo Mallophaga como ordem para denominar estes ectoparasitos.

2.2. Caracteres gerais



  • Insetos ametabólicos, ápteros, corpo achatado dorso-ventralmente, com alta especificidade.




  • Parasitas obrigatórios permanentes de aves e mamíferos




  • Fêmeas ovíparas




  • Aparelho bucal tipo mastigador. Vivem sobre o corpo dos hospedeiros roendo penas, pêlos e descamação epidérmica. Algumas espécies ingerem sangue que aflora à superfície da pele.




  • Base da cabeça mais larga do que o tórax




  • Presença de uma ou duas garras tarsais simples




  • Protórax diferenciado do pterotórax (meso- e metatórax fusionados)




  • As espécies parasitas de aves possuem duas garras tarsais e as espécies parasitas de mamíferos uma ou duas.

Garra tarsal simples dos malófagos





2.3. Aspectos biológicos



  • Os malófagos passam toda a sua vida entre as penas e os pêlos de seus hospedeiros, onde põem os seus ovos, em grandes massas, sempre colados ao substrato.




  • O período embrionário dura cerca de uma semana. Apresentam três períodos ninfais antes de atingir o estágio adulto.




  • As ninfas são semelhantes aos adultos, exceto pela ausência de desenvolvimento do sistema reprodutor. Em aproximadamente 20 dias, surgem os indivíduos adultos.




  • São transmitidos por contato direto entre os animais infetados e não-infetados

Os malófagos são ectoparasitos de aves ou de mamíferos com peças bucais adaptadas à mastigação. Alimentam-se de descamações da pele, pena, secreções sebáceas e, em algumas espécies o sangue faz parte da sua dieta alimentar (WILSON, 1934; CRUTCHFIELD, 1943 e TRIVEDI et. al. (1991).

Várias espécies de malófagos podem parasitar um mesmo hospedeiro. Entretanto cada espécie de malófago, regra geral, tem o seu hospedeiro próprio, sendo de especificidade muito alta. Dificilmente uma espécie de malófago adápta-se à outro hospedeiro.

Vários autores citam a ocorrência de malófagos no Brasil, entre eles podemos citar REIS et al. (1934), VAZ (1935) e OLIVEIRA E RIBEIRO (1990), realizados em galinhas criadas em solo.

Ovo de Menacanthus stramineus



2.4. Espécies de importância Médica-Veterinária
Estão agrupadas em duas sub-ordens:


AMBLYCERA

ISCHNOCERA

Antenas mais ou menos clavadas, constituídas de quatro artículos, geralmente escondidas em sulcos

Antenas filiformes, expostas, com 3-5 artículos







Palpos maxilares presentes

Palpos maxilares ausentes







Meso e metatórax geralmente separados

Meso e metatórax geralmente fundidos







Famílias Boopidae e Menoponidae

Família Trichodectidae


3. FAMÍLIA BOOPIDAE


  • Antenas penta-segmentadas fortemente bulbosas, patas longas e estreitas, corpo revestido de espinhos delicados, parasitos de cães e marsupiais.


Heterodoxus longitarsus, em cão.




4. FAMÍLIA MENOPONIDAE



  • Antenas tetra-segmentadas, pouco bulbosas, alojando-se em sulcos ao lado da cabeça, abdome largo e com reentrânças laterais, na articulação dos diferentes segmentos.

  • Cabeça largamente triangular e fortemente alargada nas têmporas.

  • Parasitos de aves.

  • Nas famílias Boopidae e Menoponidae, os tarsos de todas as patas apresentam duas garras a diferença de Gyropidae (parasitos de mamíferos) que podem apresentar o tarso das patas médias e posteriores com uma ou sem garras.

Para esta família temos as espécies mais importantes: Menacanthus stramineus, Menacanthus giganteus (pombo), Menopon gallinae e Colpocephalum turbinatum (pombo).
Menacanthus stramineus (galinha, peru) Menopon gallinae (galinha)







5. FAMÍLIA TRICHODECTIDAE


  • Antenas trisegmentadas, cada tarso usualmente com uma garra.

Para esta família temos as espécies mais importantes: Trichodectes canis, Bovicola bovis, Felicola subrostratus (gatos), Bovicola equi e Bovicola ovis.



Trichodectes canis (cão) Bovicola bovis (bovinos)






Bovicola equi (equinos) Bovicola ovis (ovinos)







5.1. Importância Médico-Veterinária
Depende da localização dos parasitas. Os que se alimentam de bárbulas das penas produzem poucos danos às aves. Os que vivem na pele causam sérios prejuízos, irritando a pele, provocando descamação epitelial e afloramento de sangue. Geralmente as altas infestações de malófagos estão associadas com a má aparência, falta de vitalidade e outros sintomas.

Os malófagos causam irritação aos hospedeiros que se tornam inquietos, não se alimentam nem repousam devidamente e, coçam-se com as patas ou com a boca, ou roçam-se nos postes das cercas, nos troncos das árvores, etc. Esta atividade pode acabar arrancando as penas ou os pêlos, danificando a pele e ocasionando ferimento que podem ser agravados pela invasão bacteriana. FIGUEIREDO et al. (1993), concluem que em casos de criações de aves, a alta densidade e confinamento em giolas, a debicagem para evitar o canibalismo entre as aves e a muda forçada aumentam ainda mais os níveis de infestação por malófagos. Animais conseguem normalmente, eliminar ectoparasitos com suas garras e bicos, unhas, dentes e banhos de pó, quando em contato com o solo. Embora as aves de granjas estejam, continuamente tentando se livar de seus ectoparasitos, tais esforços são ineficientes.

As infestações são maiores no inverno, possivelmente devido ao maior comprimento dos pêlos dos hospedeiros e ao contato mais íntimo entre os animais.

O diagnóstico é realizado facilmente ao encontrar os malófagos nos pêlos e plumas.

A espécie Trichodectes canis pode servir de hospedeiro intermediário do cestóide Dipylidium, parasito de cão e ocasionalmente do homem.

5.2. Controle
Tem sido feito à base de carbamatos ou de fosforados. Dos carbamatos são difundidos o bolfo e o carvin utilizados em forma de pó sobre o corpo ou sobre a cama dos galinheiros, ou nos estábulos. Dos fosforados um dos menos tóxicos é o malatol em pó (malatol 4E) ou líquido (malatol 50E). os tratamentos são feitos duas vezes por semana durante 3-4 semanas consecutivas.


6. ORDEM ANOPLURA
6.1. Classificação

A ordem dos anopluros é dividida em várias famílias, compreendendo quase 500 espécies em todo o mundo, a maioria das quais ectoparasitas de ratos, coelhos e outros mamíferos silvestres. À Medicina humana e Veterinária, interessam apenas as espécies de três famílias: Pediculidae, Haematopinidae e Linognathidae.

ORDEM ANOPLURA

FAMÍLIA PEDICULIDAE

FAMÍLIA HAEMATOPINIDAE

FAMÍLIA LINOGNATHIDAE



6.2. DIAGNÓSTICO DAS ESPÉCIES DE IMPORTÂNCIA MÉDICO-VETERINÁRIA
CHAVE PARA IDENTIFICAR AS FAMÍLIAS DE ANOPLUROS DE INTERESSE PARA A MEDICINA HUMANA E VETERINÁRIA
1 - Olhos desenvolvidos, ectoparasitas do homem e dos macacos....................................................................................................PEDICULIDAE
Olhos ausentes ou vestigiais; ectoparasitas de mamíferos domésticos e silvestres..........................................................................................................................2
2 - Todas as patas de igual tamanho.................................................HAEMATOPINIDAE
Primeiro par de patas menores que as posteriores..........................................................................................LINOGNATHIDAE


6.3. Caracteres gerais


  • Insetos hemimetabólicos, ápteros, corpo achatado dorso-ventralmente, com alta especificidade.




  • Parasitas obrigatórios permanentes de aves e mamíferos




  • Aparelho bucal picador-sugador (Hematófagos)




  • Base da cabeça igual ou mais estreita do que o tórax




  • Presença do complexo “unha-dedão”




  • Segmentos torácicos fusionados

Complexo “unha-dedão”





7. FAMÍLIA PEDICULIDAE



  • Apresentam olhos distintos, placas paratergais representadas em certos segmentos abdominais por esclerosamentos que cobrem o ápice dos lobos laterais do abdome.




  • Corpo com espinhos ou cerdas em fileiras definidas, sem escamas.




  • Pediculus humanus (piolho do corpo ou muquirana): até recentemente conhecido como Pediculus humanus corporis, habita as partes cobertas do corpo e cola seus ovos às fibras das vestes.




  • Pediculus capitis (piolho da cabeça): Anteriormente denominado Pediculus humanus humanus, é encontrado habitando a cabeça das pessoas, seus ovos ficam cimentados na base dos cabelos (lêndeas).




  • A duração dos estágios ninfais é de 3-4 semanas.




  • Pthirus pubis (piolho-do-púbis) (ou “chato”): Bem menores (1-1,5mm). Tórax e abdome acham-se fundidos em uma só peça, os segmentos abdominais estão com aparência de comprimidos uns contra os outros.




  • Em cada lado do abdome encontram-se quatro tubérculos salientes, com cerdas nas extremidades: METAPÓDIOS.




  • Os ovos assemelham-se aos de Pediculus, ainda que menores.




  • A duração dos estágios ninfais vai de 13-17 dias.




  • A passagem dos insetos de uma pessoa a outra faz-se pela coabitação ou durante o contato sexual.

A) Pediculus humanus; B) Pthirus pubis; C) Lêndeas






  • O piolho-da-cabeça põe seus ovos junto à base dos fios de cabelo, enquanto o do corpo deposita-os nas fibras de tecido da roupa que fica em contato com a pele.




  • A forma dos ovos é elíptica traz um opérculo no pólo livre, são chamados de “lêndeas”.




  • As manifestações clínicas da pediculose são devidas essencialmente à secreção das glândulas salivares reniformes que injetada na pele durante a picada, produz pequena lesão papulosa, acompanhada de intenso prurido.




  • No caso da pediculose corporal a infecção secundária das lesões cutâneas pode levar à produção de impétigo, de furunculose ou de eczemas, que complicam e confundem o quadro clínico.




  • O diagnóstico da pediculose é feito mediante a detecção de adultos e lêndeas nas áreas afetadas. Na pediculose corporal devem ser pesquisadas a s roupas íntimas.




  • O tratamento é com uso de xampus ou loções contendo hexaclorobenzeno ou DDT, piretrinas. É recomendado evitar contato físico com indivíduos infestados ou com suas roupas ou objetos pessoais.


7.1. Doenças transmitidas por pediculídeos

  • Tifo exantemático (Rickettsia prowazekii)

Rickettsia prowazekii é causadora do tifo exantemático e é uma doença de larga distribuição geográfica, ocorrendo em quase todo o mundo, principalmente onde povo vivem em condições precárias de higiene. O piolho adquire o microorganismo infectante quando suga sangue de um doente na fase febril. No organismo do piolho esse germe invade as células epteliais do intestino e aí se multiplica rapidamente, rompendo tais células. Livres então, passam para a luz do intestino do piolho misturando-se às fezes, com as quais são eliminadas. O contágio ocorre não na picada, mas quando há contato das fezes eliminados pelo piolho, em ferimentos produzidos pelos mesmos na pele do indivíduo.


  • Febre das trincheiras (Rochalimae quintana)

Também chamada de febre de cinco dias ou de febre quintana. É uma doença causada pela Rochalimae quintana, de ampla distribuição geográfica. Epidemias ocorreram durante as duas guerras mundiais em regiões da Europa, onde se estabeleceram condições anti-higiênicas. A contaminação pelo piolho da Rochalimae quintana, ocorre do mesmo jeito da Rickettsia prowazekii do tifo exantemático, porém o germe não invade as células epiteliais do intestino, permanecendo na luz deste, aí se reproduzindo sem causar qualquer dano aparente ao piolho.




  • Febre recorrente (Borrelia recorrentis), esta última também por carrapatos.

Um espiroqueta Borrelia recorrentis, é o agente etiológico desta moléstia. O inseto adquire a espiroqueta quando suga sangue de um doente; no interior do corpo do piolho atravessa a parede do intstino e se localiza na hemolinfa, onde se reproduz livremente. O espiroqueta não invade as glândulas salivares e nem se mistura as fezes do inseto, somente ocorre a infecção quando o inseto é esmagado sobre a pele do humano, contedo ferimantos, deixando assim em contato direto com a hemolinfa do piolho.

Na literatura temos diversos trabalhos relacionados com o controle, epidemiologia, patologia e ciclo de vida desses piolhod onde podemos detacar os de: NUTALL (1917 e 1918), que foi o primeiro a descrever o ciclo de vida de Pediculus e Pthirus, FERRIS (1935), MAUDER (1985), GRATZ (1985), IBARRA (1994), BURGESS (1995), entre outros autores.

8. FAMÍLIA HAEMATOPINIDAE


  • Paratergitos dos segmentos abdominais fortemente esclerosados, formando lobos laterais ou proeminências.

  • Olhos ausentes ou representados por pontos oculares pronunciados dituados posteriormente às antenas.

  • Tórax com os pontos de inserção das cerdas bem distintos. Patas idênticas nos três pares.



Haematopinus suis, em espádua, axilas e virilha de suínos, muito comum no Brasil.




Haematopinus asini, base da crina e da cauda de equinos





Haematopinus eurysternus, em pescoço, tórax e abdome de bovinos

Outras espécies: Haematopinus tuberculatus (búfalos e camelos); H. bufali (búfalos), H. quadripertusus (bovinos).


8.1. CICLO BIOLÓGICO DE Haematopinus

As fêmeas põem os ovos nos pêlos dos hospedeiros, fixando-os com uma substância cimentante. O período de incubação varia entre 09 e 19 dias, dependendo da espécie, da temperatura e da umidade. Há três estágios ninfais, de 3 a 4 dias cada. O período de pré-oviposição é de 3 dias. O total de ovos variam com a espécie, algumas fêmeas põem até 4 por dia. A vida destes piolhos varia de 20-40 dias.



9. FAMÍLIA LINOGNATHIDAE


  • Desprovidos de olhos. Primeiro par de patas menor do que os outros.

  • Abdome com placas paratergais reduzidas ou ausentes, membranoso. Cada segmento abdominal com, pelo menos, uma fileira de pelos em ambas as faces (dorsal e ventral).

Linognathus vituli, em pescoço, barbelas e períneo de bovinos




Linognathus setosus, no tegumento do cão.




Linognathus stenopsis, L. africanus (ovinos)

.

S



olenopotes capillatus
, na cabeça, pescoço, sob a cauda e ao redor do ânus de mamíferos e do homem. Apresenta uma série de cerdas em cada segmento abdominal. Estigmas em tubérculos bem salientes.

10. CONTROLE E TRATAMENTO DA ANOPLUROSE EM ANIMAIS DOMÉSTICOS
Tem sido feito à base de carbamatos ou de fosforados. Dos carbamatos são difundidos o bolfo e o carvin utilizados em forma de pó, emulsão ou suspensão sobre o corpo ou nos estábulos. Dos fosforados um dos menos tóxicos é o malatol em pó (malatol 4E) ou líquido (malatol 50E). os tratamentos são feitos duas vezes por semana durante 3-4 semanas consecutivas.
11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BURGESS, I. F. 1995. Human Lice and Their Management. Advances in Parasitology, 36: 271-342.

CLAY, T. 1970. The Amblycera (Pthiraptera: Insecta). Bull. Br. Mus. Nat. Hist. Entomol., 25: 73-78.

CRUTCHFIELD, C. M. & H. HIXSON. 1943. Food habitats of several species of poultry lice with special reference to blood consumption. Fla. Entomol., 26: 63-66.

FERRIS, G. F. 1935. Contributions toward a monograph of the sucking lice. Stanford University Publications: Biological Sciences, 2: 529-608.

FIGUEIREDO, S. M., J. H. GUIMARÃES & N. M. S. Q. GAMA. 1993. Biologia e ecologia de Malófagos (Insecta, Phthiraptera) em aves de postura de granjas industriais. Rev. Bras. Prasitol. Vet., 2: 45-51.

GRATZ, N. G. 1985. Epidemiology of louse infestations. In: Cutaneous infestations and insect Bites (M. Orkin and H. I. Maibach, ed.), New York, N. Y., pp 187-198.

IBARRA, J. 1994. Incidence of pediculosis capitis. Journal of the Royal Society of Health, 114: 107-108.

MAUNDER, B. 1985. Attitude to head lice - a more powerful force than insecticides. Journal of the Royal Society of Health, 105: 61-64.

NUTTALL, G. H. F. 1917. The biology of Pediculus humanus. Parasitology, 10: 80-185.

NUTTALL, G. H. F. 1918. The biology of Phthirus pubis. Parasitology, 10: 383-405.

OLIVEIRA, C. M. B. & V. L. S. RIBEIRO. 1990. Ocorrência de Menacanthus cornutus (Mallophaga: Menoponidae) em galinhas do Rio Grande do Sul. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., 42: 121-126.

REIS, J., REIS, A. S. & P. NOBREGA. 1934. Moléstias de aves observadas em São Paulo. Arch. Inst. Biol., 5: 41-49.

TRIVEDI, M. C., S. B. RAWAT & A. K. SAXENA. 1991. The distribution of the lice (Phthiraptera) on poultry (Gallus domesticus). Inter. J. Parasitology, 21: 247-249.

VAZ, Z. 1935. Ectoparasitas de animais domésticos observados no Estado de São Paulo. Arch. Inst. Biol., 6: 29-33.

WILSON, F. H. 1934. The life-cycle and bionomics of Lipeurus heteographus Nitzsch. J. Parasitology, 20: 304-311.






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