Faculdade castelo branco




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FACULDADE CASTELO BRANCO

TUTORIA DE A1 e A2

Deuterostomados e introdução aos vertebrados

Curso: Ciências Biológicas 4º período

Professor: Marcelo

Aluna: Claudia Batista da Silva

Matrícula: 2006190342

Rio de Janeiro



Junho/2008

Estudos Dirigidos - Deuterostomados e Introdução aos Vertebrados – Data para entrega: 21/06/08.
Escolha um Estudo Dirigido para A1 (2,0 pts.) e um para A2 (2,0 pts.), envie um arquivo anexado a sua mensagem com as respostas: 1 - Descreva e caracterize os Equinodermos; 2 - Descreva e caracterize os Hemicordados, Urocordados e Cefalocordados; 3 - Descreva e caracterize os peixes Agnatos, Condricties e Osteicties. Fique atento para as seguintes instruções: 1 - O texto enviado deverá ser redigido em "Microsoft Word"; 2 - O arquivo NÃO poderá estar compactado "zipado"; 3 - Deverá ser utilizado, para a realização desta tarefa, SOMENTE o seu Instrucional.
1 – Descreva e caracterize os Equinodermos. Tutoria de A1 (2,0 pts).
R: As seis mil espécies do Filo Echinodermata são inteiramente marinhas e incluem os conhecidos ouriços, bolachas, estrelas, pepinos e lírios-do-mar e ofiuróides. Distinguem-se por apresentarem simetria radial pentâmera (cinco partes). A boca surge como uma nova abertura localizada em oposição ao blastóporo, que forma o ânus. A parede corporal contém um esqueleto de pequenas peças calcárias, ou ossículos, que comumente apresentam espinhos superficiais, de onde se origina a denominação Echinodermata. Existe um sistema vascular aqüífero único, composto por canais e apêndices com a função de locomoção, alimentação ou troca gasosa. A larva dos equinodermas é bilateral. Ela nada e alimenta-se por meio de faixas ciliares, que se encontram ao redor de seu corpo. Ao fim da vida planctônica, a simetria da larva muda de bilateral para radial. Os equinodermas são quase que totalmente habitantes de fundo e de substratos duros como pedras, rochas e corais, que também foram o habitat de muitas formas extintas. Entretanto, algumas espécies de cada classe invadiram fundos moles e adaptaram-se à vida na areia.
Asteroidea – estrelas-do-mar. Mede de 12 a 24 cm de diâmetro e muitas apresentam cores intensas como vermelho, laranja ou azul. Entre os espinhos, existem projeções da parede corporal, semelhantes a dedos, denominadas pápulas, que exercem as funções de troca gasosa e excreção. A fina parede de cada pápula compõe-se internamente de peritônio e externamente de epiderme. O líquido celomático circula no seu interior. O sistema nervoso pode ser considerado como primitivo, estando intimamente associado à camada da epiderme. Um anel nervoso está presente ao redor da boca e um nervo radial estende-se para cada braço. Fibras do anel nervoso e dos nervos radiais fazem conexões com os neurônios do plexo nervoso geral da epiderme. A maioria das estrelas-do-mar é carnívora e necrófaga. Crustáceos, moluscos e outros equinodermas são suas presas. Algumas espécies, como as que têm braços curtos, engolem suas presas inteiras; outras evertem o estômago cardíaco sobre a presa. A capacidade de regeneração das estrelas-do-mar é bem conhecida. Qualquer fragmento do corpo que tenha uma porção do disco central é capaz de regenerar-se.

Características - Superfície aboral: espinhos, placas calcárias, madreporito. Superfície oral: boca, sulco, ambulacral, pódios, placas calcárias, espinhos.


Ophiuroidea – ofiuróides. Lembram os asteróides por também possuírem braços. Entretanto, as duas classes são, em outros aspectos, bastante diferentes. Os braços extremamente longos dos ofiuróides são mais distintamente separados do disco central. Não há um sulco ambulacrário e os pés ambulacrários têm um pequeno papel na locomoção. Em adição, os braços têm uma construção relativamente sólida quando comparados com os asteróides. São relativamente pequenos, o disco na maior parte das espécies tem um diâmetro de 1 a 3cm, embora os braços possam ser bastante longos. Em algumas espécies, o disco central pode chegar a quase 12cm de diâmetro. O disco central é achatado e tem a forma de uma circunferência discretamente estrelada ou pentagonal. A superfície aboral varia do liso ao granulado, podendo apresentar pequenas placas calcáreas chamadas escudos e pequenos tubérculos ou espinhos. Os ofiuróides são saprófagos, comedores de depósitos ou filtradores, mas podem eventualmente utilizar os três métodos.
Echinoidea – ouriços-do-mar. O corpo tem forma mais ou menos esférica e está guarnecido por espinhos móveis relativamente longos. A maioria tem diâmetro entre 6 e 12cm, mas algumas espécies podem chegar a 36cm. Na superfície externa, além dos espinhos que são classificados conforme o seu tamanho (primário e secundário), estão presentes também os pés ambulacrários e pedicelárias. Alimentam-se de algas e animais incrustados, que são raspados ou mastigados por meio de movimentos complexos de um aparelho conhecido como Lanterna de Aristóteles, que contém cinco dentes que se projetam através da boca. O intestino é tubular e enrolado perto da carapaça. Cinco pares de brânquias muito ramificadas, que são bolsas externas de parede corporal e estão localizadas a cada lado das áreas ambulacrais do pólo oral, são responsáveis pela troca gasosa.

Características - Superfície aboral: periprocto, ânus, região ambulacral, placa genital. Superfície oral: boca, dentes, peristoma.

As bolachas-da-praia e os ouriços em forma de coração enterram-se na areia. Ao movimentar-se, estes animais sempre mantêm o mesmo meridiano para frente; sendo assim, têm uma extremidade anterior definida. Mudando a posição do centro oral ou ânus, ou ambos, tem-se a condição de simetria bilateral. Nas bolachas-da-praia, o eixo oral-aboral está comprimido, o que torna o corpo achatado. A boca ainda está no centro da superfície oral, mas o ânus deslocou-se para fora do centro aboral e apresenta uma localização excêntrica, perto do extremo posterior. Os ouriços em forma de coração são, às vezes, ovais. Não apenas o ânus deslocou-se para fora do centro aboral, como também todo o centro oral foi para a frente, fazendo com que esses animais pareçam bilaterais. São animais que se arrastam lentamente pela areia, através dos movimentos dos espinhos, que são muito finos e revestem sua superfície. As bolachas-da-praia escavam a camada superficial da areia; os ouriços em forma de coração constroem refúgios logo abaixo da superfície.
Holothuroidea – pepinos-do-mar. São semelhantes aos ouriços-do-mar por não possuírem braços. No entanto, nos holoturóides, o eixo oral-aboral está muito alongado, fazendo com que estes animais tenham a forma de um verme ou pepino e recostem-se sobre um de seus lados. Ao contrário dos outros equinodermas, o esqueleto está reduzido a ossículos microscópicos e a parede corporal apresenta uma estrutura coriácea. A maioria mede de 6 a 30cm de comprimento e tem coloração pardacenta. Muitos são habitantes de substratos duros, vivendo sob pedras ou em fendas nos corais. Esses pepinos movimentam-se através de pés tubulares. Os pepinos-do-mar de fundos macios vivem na areia ou enterrados no lodo, com uma ou duas aberturas para a superfície. Os pepinos mais parecidos com vermes enterram-se sob a superfície, através de contrações peristálticas. Os pódios podem desaparecer por completo. Os tentáculos estendem-se para fora e capturam plâncton ou material em suspensão na água do mar e sedimento do fundo. O aparelho digestivo dos pepinos-do-mar é tubular e termina antes do ânus numa cloaca muscular, que tem participação na troca gasosa. Essa troca é feita por estruturas tubulares ramificadas, denominadas árvores respiratórias, que resultam de evaginações da parede da cloaca e estendem-se pelo celoma. Nos trópicos, o peixe-pérola (Carapus), que é um pequeno comensal, utiliza a base da árvore respiratória como habitação. Alguns pepinos-do-mar possuem cachos de evaginações tubulares na base da árvore respiratória. São semelhantes a espaguetes, denominam-se túbulos de Cuvier e podem ser disparados, exteriorizando-se do ânus. Eles são adesivos e alongam-se durante esse processo. Um intruso ou predador que perturbe é suficiente para exteriorizar os túbulos, que podem ficar emaranhados como uma armadilha mortal de fios adesivos.

Características - Tentáculos orais, pódios, região do bivio, região do trívio, abertura da boca.


Crinoidea – lírios-do-mar. A superfície oral está direcionada para cima, diferente das outras classes de equinodermas. Além disso, muitos membros desta classe estão fixos ao substrato por um pedúnculo. Acredita-se que os crinóides fixos sejam os mais primitivos entre os equinodermas atuais e provavelmente, ilustrem o modo ancestral de existência do filo. Geralmente têm menos de 70cm de comprimento e a maioria habita os mares relativamente profundos. O pedúnculo é composto por ossículos

e pode curvar-se. Ele une-se à superfície aboral do próprio corpo ou cálice. Esse cálice pentâmero apresenta braços que se bifurcam repetidamente em muitas espécies. Ao longo de todo o comprimento dos braços, existem ramificações laterais, as pínulas. Um sulco ambulacral ciliado, contornado de pódios sem ventosas, estende-se pelos braços e pínulas. Os sulcos de todos os braços convergem para a boca no centro da superfície oral. Os braços são compostos por ossículos, mas a articulação e a musculatura permitem a realização de movimentos consideráveis. Se alimentam de materiais em suspensão.

Características – Braço, cálice, cirros, pínula, boca, cone anal, ânus.

As plumas-do-mar são semelhantes aos lírios-do-mar, com os quais estão intimamente relacionadas. Elas são pedunculares e fixas no último estágio de larva de desenvolvimento. Em seguida a este último estágio, o cálice fica livre e nada como uma pequena estrela-pluma.


2 – Descreva e caracterize os Hemicordados, Urocordados e Cefalocordados. Tutoria de A2 (2,0 pts).
R: Hemicordados - são um pequeno grupo de animais marinhos vermiformes que já foram considerados como um subfilo dos cordados. A aliança estava baseada na presença de fendas branquiais que se supôs ser uma notocorda. Atualmente, há concordância geral acerca de que a “notocorda” dos hemicordados, que não é homóloga ou análoga à notocorda dos cordados e que, exceção feita a ambos os grupos possuírem fendas faríngeas, eles são, de resto, dissimilares. Os hemicordados compõem-se de duas classes – os Enteropneusta e os Pterobranchia. Os enteropneustas são os hemicordados mais comuns e melhor conhecidos. Os pterobrânquios consistem em três gêneros de pequenos animais que habitam tubos e que não são encontrados com freqüência.
Classe Enteropneusta - são habitantes de águas rasas. Alguns vivem sob rochas e conchas, mas muitas espécies cavam no lodo e na areia. Esses vermes são relativamente grandes, a maior parte variando entre 9 a 45cm de comprimento. A espécie brasileira Balanoglossus gigas pode exceder 1,5m em comprimento e construir galerias de 3 metros de comprimento. O corpo cilíndrico e bastante flácido é composto por uma probóscide anterior, um colarinho e um longo tronco. Essas regiões correspondem às típicas divisões

do corpo dos deuterostômios – protossomo, mesossomo e metassomo. A probóscide é usualmente curta e cônica estando conectada ao colarinho por um curto pedúnculo. O colarinho é um cilindro curto que se sobrepõe na parte anterior ao pedúnculo da probóscide e contém, ventralmente, a boca. O tronco constitui a maior parte do corpo. Atrás do colarinho, o tronco exibe uma fileira longitudinal de poros branquiais de cada lado de uma crista mediana dorsal. Mais lateralmente, a primeira metade do tronco contém as gônadas. Têm limitados poderes de locomoção, sendo animais bastante vagarosos. Muitos enteropneustos cavadores consomem areia e lodo a partir dos quais materiais orgânicos são ingeridos.

Os enteropneustos possuem um sistema vascular sangüíneo aberto composto de dois vasos contráteis principais e um sistema de canais sinusóides. O sangue incolor e bastante carente de elementos celulares é carregado para frente em um vaso dorsal localizado no mesentério que suspende o trato digestivo.

O sistema nervoso é relativamente primitivo. Em diferentes regiões do corpo, o plexo nervoso na base do epitélio superficial tornou-se espessado para formar cordões nervosos epidérmicos nos quais as fibras nervosas estão arranjadas longitudinalmente. Enteropneustos são animais frágeis, é muito difícil coletar intactos os espécimes maiores. A maioria das espécies pode regenerar pelo menos algumas partes do tronco. Observou-se reprodução assexuada em várias espécies, incluindo membros dos gêneros Glossobalanus e Balanoglossus.


Classe Pterobranchia - o maior número de espécies é encontrado no Hemisfério Sul. Com raras exceções, os pterobrânquios vivem em tubos secretados, os quais são organizados em agregados ou colônias sobre o substrato. Algumas espécies são fixadas por pedúnculos, mas alguns são mantidos juntos por um estolão. A probóscide tem forma de escudo e funciona na movimentação do animal pelo lado interno do tubo, bem como na secreção do tubo. A característica mais notável desses vermes é a presença dos braços e tentáculos sobre o lado dorsal do colarinho. Os braços exibem numerosos tentáculos pequenos e bastante ciliados. Supostamente, os tentáculos capturam organismos diminutos, que são então levados à boca pelos cílios. Não existem fendas branquiais na maioria, mas em alguns podem ser encontradas apenas um par. Como em muitos animais sésseis habitantes de tubos, o tubo digestivo tem a forma de U e o ânus abre-se na frente, no lado dorsal do colarinho. Os sexos são separados e uma larva ciliada é conhecida para a maioria dos gêneros. A partir do indivíduo original (que se desenvolve da larva), a colônia ou o agregado são formados por brotamento do pedúnculo ou do estolão.
Protocordados - O termo refere-se a um grupo possivelmente parafilético (por excluir os vertebrados) de animais invertebrados que reúne representantes do Filo Chordata. Todos eles apresentam clivagem radial do zigoto, são deuterostômios, possuem fendas faríngeas e são marinhos. A maioria dos cordados é vertebrada, mas existem dois pequenos subfilos de cordados inferiores que não apresentam uma coluna vertebral ou esqueleto: urocordados e cefalocordados.

Subfilo Urochordata - são animais filtradores que apresentam notocorda na cauda, pelo menos na fase larval. O termo tunicado refere-se ao fato de terem o corpo recoberto por uma túnica composta essencialmente por tunicina, um isômero da celulose. Os tunicados ou ascídias constituem o maior grupo de cordados invertebrados. A maioria desses tunicados é séssil, vivendo fixos a rochas, conchas, pilares e cascos de navios. A larva planctônica dos urocordados mede cerca de 0,7mm e se parece com um minúsculo peixe ou girino. O notocórdio impede o encurtamento ou encaixe da cauda quando as fibras musculares se contraem e convertem as contrações musculares em ondulações laterais da cauda. A boca, na extremidade anterior, está conectada a uma grande faringe, que é perfurada por pares de fendas branquiais. Essas fendas conduzem a uma outra câmara, o átrio. Ao final da existência planctônica, a larva fixa-se ao substrato, através da papila adesiva anterior. Ocorre então uma metamorfose radical e a larva desenvolve-se em uma forma corpórea adulta muito diferente. No curso desta transformação, a cauda, incluindo o notocórdio e o tubo neural, é absorvida e desaparece. A faringe desenvolve-se em uma grande câmara coletora de alimentos e o crescimento do lado ventral anterior do corpo é muito maior que em qualquer outro lugar, resultando num deslocamento de quase 180 da posição original da boca. Características – túnica, sifão oral, sifão atrial.

São subdivididos em três classes: Ascidiacea, Thaliacea e Appendicularia.



Classe Ascidiacea – são representados por cerca de 2.000 espécies, solitárias ou coloniais, sésseis na fase adulta e livre-natantes na fase larval. São monóicos, mas a autofecundação é evitada devido ao amadurecimento de ovários e testículos em épocas diferentes. Algumas espécies reproduzem-se assexuadamente, por brotamento.

Classe Thaliacea – inclui três famílias de organismos planctônicos: Salpidae, Doliolidae e Pyrosomatidae.

Os representantes dos gêneros Salpa e Doliolum – as salpas e os dolíolos – somam aproximadamente 100

espécies que vivem em mares de águas quentes. Um aspecto interessante do seu ciclo de vida é a alternância de gerações. Os Pyrosomatidae são tunicados coloniais, bioluminescentes.

Classe Appendicularia – os organismos são tunicados neotênicos, planctônicos, que apresentam uma “capa” muito elaborada, relacionada não somente com a proteção do organismo, mas também com a captura de alimento.
Subfilo Cephalochordata - vulgarmente denominados anfioxos são representados por cerca de 25 espécies, agrupadas nos gêneros Branchiostoma e Epigonichthys. Ocorrem em todos os oceanos, próximo a praias arenosas. São organismos alongados, comprimidos lateralmente, livre-natantes, que medem cerca de 5cm de comprimento. São mais ativos à noite, e passam a maior parte do tempo com a região caudal do corpo enterrada no substrato, mantendo, desse modo, o corpo em posição vertical (ou oblíqua) em relação ao fundo, e a região rostral exposta à coluna d’água.

Características – rostro, cirros, orla membranosa, gônadas.



Sistema nervoso: não existe encéfalo verdadeiro. O tubo nervoso é um pouco dilatado na região anterior (vesícula cerebral). Desse tubo, saem nervos dispostos em séries, dorsal e ventralmente.

Sistema muscular: musculatura em miômeros (pacotes musculares em forma de “v” deitado, separados pelos mioseptos). Agem junto à notocorda na locomoção.

Sistema circulatório: realizada por lentas ondas de contração de alguns vasos, junto à contração de numerosos pequenos bulbos pulsáteis, localizados ao longo das artérias. Não existem células sangüíneas.

Sistema respiratório: principalmente pela superfície externa do corpo, pouco pela faringe.

Sistema reprodutor: numerosas gônadas com disposição segmentar. Ausências de gonoductos (rompe-se

a parede interna do átrio para liberar os gametas). Sexos separados, larvas planctônicas, algumas pelágicas.



Sistema excretor: solenócitos (semelhantes às células em flama dos platelmintos, moluscos e anelídeos),

distribuídas segmentarmente.



Sistema digestivo: filtrador. Cavidade bucal, cirros, órgão rotatório, faringe (com até 200 fendas) suportada por uma estrutura rígida (arcos da faringe). O endóstilo produz muco que é levado a revestir a parede interna da faringe. Quando a água com plâncton passa através das fendas, o alimento fica retido no muco.


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